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Venezuela: saída para a crise é o socialismo

O governo da Venezuela encaminhou a realização de uma nova Constituinte no país. A burguesia está apreensiva, pois sabe que com uma nova Constituição o governo Maduro deverá ganhar fôlego para a manutenção do projeto bolivariano.

Segundo a convocatória, a Constituinte será composta por 50% de operários (e os demais eleitos nos municípios). Nada mais coerente, uma vez que a classe operária é a mais importante para a produção da vida social, sendo a força política fundamental para as profundas transformações que exigem uma sociedade tomada por um devastador conflito entre capital e trabalho.

Entretanto, para que a nova Constituição bolivariana tenha condições de derrotar o golpismo do imperialismo, é indispensável que avance para o socialismo. Neste sentido, é imprescindível colocar na ordem do dia a expropriação – sem indenização – de todos os grandes monopólios capitalistas instalados na Venezuela, como também de todo o sistema financeiro.

Os trabalhadores têm de ser convocados a ir às ruas defender o aprofundamento das medidas revolucionárias. O povo venezuelano já deu inúmeras demonstrações de coragem e heroísmo. Agora, mais uma vez, e com maior importância, o governo bolivariano deve depositar em seu povo a confiança de realizar as transformações estruturais indispensáveis para enfrentar não só a crise política, mas também a econômica.

A burguesia não entregará os pontos. Somente um movimento apoiado na força do operariado, do campesinato, dos intelectuais progressistas e dos setores antiimperialistas do exército bolivariano será possível efetivamente derrotar em definitivo as forças reacionárias que espalharam terror e barbárie pelo país.

Bruna Mac, Campos dos Goytacazes (RJ)

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