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Avançar na construção da Unidade Popular

Desde outubro do ano passado, a Unidade Popular (UP) se lançou às ruas para coletar assinaturas para obter o registro junto ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e ficar apto a disputar as eleições. A meta é que, no prazo de dois anos, sejam entregues ao TSE um milhão de assinaturas de apoio à construção da UP.

O mês de julho foi escolhido pela Unidade Popular para impulsionar esse trabalho com dedicação diária de seus militantes nos bairros, centros, integrações de ônibus e metrôs, universidades e fábricas. O objetivo é coletar, nestes 31 dias, 65 mil assinaturas em todo o país.

Para alcançar a legalização do partido não basta, entretanto, coletar as fichas. É indispensável que essas fichas sejam válidas, ou seja, que elas sejam entregues ao cartório eleitoral da zona à qual o eleitor pertence e sejam aprovadas. Por isso, precisamos nos dedicar também à conferência das fichas (busca do número do título de eleitor e local de votação) e cadastrar estas fichas no sistema do TSE.

“Hoje, das 225 mil fichas já coletadas, apenas 10.413 estão cadastradas no sistema do TSE. Se, em dois anos, coletarmos o número exigido pelo TSE e não entregarmos nos cartórios, ainda assim não teremos o registro da UP. Precisamos nos lembrar disso: coletar é importante, mas entregar nos cartórios também”, comentou Thiago Santos, membro da Comissão Nacional Provisória da UP.

Há muita burocracia neste processo e isso afasta muitos militantes deste trabalho, o que é um erro, pois ele é tão importante quanto coletar as assinaturas. “Temos algumas dificuldades para localizar o título dos apoiadores. As letras as vezes estão ilegíveis, o nome está incompleto… precisamos sempre ter atenção nas coletas, pois quando não localizamos o título é uma ficha perdida”, relata Gilda de Souza, uma das responsáveis em Pernambuco pela conferência das fichas.

Julho é, portanto, um mês de grande importância para a UP: precisamos avançar na coleta das assinaturas e também trabalhar cotidianamente para cadastrar as fichas, enviá-las ao cartório e ficarmos um passo mais próximo de ter um partido legal que lute pela revolução e pelo socialismo no país.

Da Redação

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  1. Mariana Martins

    Avante

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