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Estudantes da UEPA fazem assembleia contra o candidato do fascismo e do caos

«Obter a realização da unidade sindical. Ligar, no movimento antifascista, as amplas massas camponesas, as massas da pequena burguesia, reservando, às suas reivindicações cotidianas, um lugar especial no programa da frente popular antifascista”. (Georgi Dimitrov, revolucionário búlgaro que foi perseguido e preso pelos nazifascistas alemães, em 1933, indo paara o exílio tornando-se, posteriormente, dirigente mundial da Internacional Comunista e contribuindo na derrota de Hitler, e do fascismo, na Segunda Guerra Mundial).

Ao sair o resultado do primeiro turno das eleições presidenciais de 2018, no Brasil, que apontaram o candidato Jair Bolsonaro como primeiro colocado, com 46% dos votos válidos, e Fernando Haddad, do Partido dos Trabalhadores, em segundo, com 29% dos votos, estudantes da Universidade do Estado do Pará, imediatamente após a configuração de segundo turno, criaram o movimento “UEPA ANTIFASCISMO” e já realizaram a primeira assembleia, na segunda-feira (08/10), com mais de 80 estudantes.

O objetivo do movimento é articular as ações dos estudantes da universidade contra o candidato cujo programa é promover a retirada de direitos do povo trabalhador, a perseguição aos movimentos sociais, reproduzir o racismo, o feminicídio e a lgbtfobia, tendo, como cúmplices, governos, juízes e parlamentares com o mesmo projeto hediondo, característico dos piores regimes que já passaram pela face da Terra, como Pinochet, no Chile, e Hitler, na Alemanha.

Escolas secundaristas e institutos federais também iniciaram as movimentações para denunciar e enfrentar o fascismo. A maior escola de Belém, o Colégio Estadual Pedro Amazonas Pedroso, teve grupos criados por estudantes para combater as propostas fascistas do candidato do PSL, estendendo faixas ao longo da principal via da cidade, a Avenida Almirante Barroso. A UESB, União dos Estudantes Secundaristas de Belém, também se posicionou a favor da luta antifascista e grêmios estudantis, do IFPA e CIFSN (Integrado), também aderiram à luta.

Hoje, 09/10, haverá uma plenária municipal, com expectativa de atrair mais de mil pessoas, no ginásio do Sindicato dos Bancários do Pará, e, na quinta-feira (11/10), às 16h, com saída do Mercado de São Brás, em Belém, haverá mais um grandioso ato contra o fascismo, com expectativa de reunir mais de 50 mil pessoas. A unidade popular contra o fascismo está crescendo por todo o país, e a derrota desse projeto de morte ao nosso povo se dará ocupando as ruas do Brasil.

Redação Pará

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