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O “Otimismo do Mercado” e a Reforma da Previdência

A mídia burguesa, entre todos os canais de televisão, jornais, revistas, rádios etc. não estão economizando tinta, papel e garganta para propagar uma série de mentiras, dissimulações para a nossa classe sobre a Reforma da Previdência. Fala-se, essa semana, sobre um suposto “otimismo financeiro em Nova York” diante das “boas notícias” que o governo do fascista Bolsonaro trás em relação a aprovação da Reforma da Previdência. Essa semana, o mercado de ações virou uma espécie de entidade bipolar e mimada que, caso não ouvida, põe-se em pessimismo, começa a chorar, despenca as ações nacionais, o dólar sobe, sempre a mesma história.

O que representa esse “otimismo” e “pessimismo” em condições tão arbitrárias senão a expressão nua e crua dos interesses da burguesia em aumentar a exploração desumana dos trabalhadores? Para os operários, esse otimismo desenfreado ante as tramitações da reforma é um verdadeiro pesadelo, dessa forma, o otimismo do mercado – leia-se dos capitalistas – é o pessimismo de todos aqueles que estão indo trabalhar nas fábricas e locais de construção nas manhãs e noites do Brasil.

A mídia burguesa é traiçoeira, articula e dissimula informações, inverte os fatores e cria resoluções positivas ou negativas de acordo com seus interesses de classe. Estão divulgando a plenos pulmões em suas avaliações de conjuntura que os “profissionais do mercado de câmbio” estão “otimistas” porque o dólar está em R$3,8571. Irônico é o verdadeiro terror que as variáveis desse mesmo valor representava aos “profissionais do mercado de câmbio” há poucos anos, como em 2015 e 2016. Os operários e pobres do país não podem se enganar, o mercado financeiro é controlado de acordo com o humor dos capitalistas e esse humor só melhora quando eles atingem seus principais objetivos: lucrar enquanto exploram impiedosamente os trabalhadores.

Portanto, devemos continuar firmes em derrotar essa reforma criminosa, o “otimismo” dos capitalistas não nos interessa. Pelo contrário, somente nos interessa apenas seu “pessimismo”, pois quando esses estão desgostosos com a vida, com a situação econômica e política, então sabemos que estamos no caminho certo de não conciliar com seus interesses, pois esses são a continuação da exploração brutal e cotidiana para todos os trabalhadores.

Thales Franco – Jornal A Verdade

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