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A autocrítica é uma necessidade científica para o avanço da luta do povo.

CARTA – Em “Os Fundamentos do Leninismo”, de Stálin, temos a seguinte passagem sobre a necessidade do processo de autocritica interna de um partido político proletário:

“Quais são as exigências deste método [leninismo]?

[…] Em quarto lugar, a autocrítica dos partidos proletários, a sua educação e instrução à base dos seus próprios erros, pois, somente assim, podem-se formar verdadeiros quadros e verdadeiros dirigentes do partido.”

De fato, a autocrítica, desde Marx, tem sido apontada como uma ferramenta extremamente necessária nas estruturas de atuação política de um partido proletário.

Isso porque, por viverem no sistema capitalista e estarem, a todo o tempo, suscetíveis às mais ruins das influências da ideologia dominante, que é a ideologia burguesa, os dirigentes dos partidos proletários devem reconhecer a necessidade concreta de analisar suas próprias ações e seus impactos nas vidas das massas e de sua luta, já que, a todo instante, corremos riscos de, por meio dessas influências, cometermos erros de impactos negativos na luta dos trabalhadores contra o capitalismo e rumo ao socialismo.

Pôr a autocrítica em prática, submetendo-se a uma análise objetiva rigorosa de sua atuação política, bem como dos reflexos que essa atuação traz nas lutas que o nosso povo trava, considerando a experiência histórica de outras lutas, é, portanto, uma das tarefas mais importantes de todo comunista revolucionário.

É sempre necessário afirmarmos: é só a autocrítica que nos permitirá refletir sobre nossos próprios erros a fim de corrigi-los. Sem dúvidas, essa é a atitude mais humilde que um revolucionário deve adotar em relação a si próprio ao longo de sua prática diária de luta. Fazer a autocrítica é evidenciar que estamos cientes de nossas próprias limitações, mas que também estamos dispostos a corrigi-las; e é isso que nos faz entrar em um processo de entrosamento e ligação com as massas, que não gerará outro resultado que não o fortalecimento de um elo inquebrantável com toda a classe proletária, a qual confiará inevitavelmente no Partido comprometido com o avanço de sua própria luta.

Raphael Assis, Diretório Estadual da Unidade Popular (UP) – RJ

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