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Movimentos e partidos lançam o Comitê Fora Bolsonaro em Brasília

No Distrito Federal, centro do poder político nacional, nasce um Comitê que reivindica o fim do governo de Jair Bolsonaro. O novo movimento atuará agora com a criação de comitês de luta locais e incentivará novas manifestações.

Redação


Foto: Reprodução/Wanessa Dias

BRASÍLIA – Foi lançado na noite de quinta-feira (23) no auditório do Sindicato dos Servidores Públicos Federais – SindSep, em Brasília – DF, o Comitê Popular Fora Bolsonaro. O ato contou com a presença massiva de ativistas populares, sindicais, mulheres e da juventude.

O Comitê Popular Fora Bolsonaro é integrado por pessoas, movimentos sociais e partidos políticos integrados a defesa do afastamento imediato de Jair Bolsonaro e de todo o seu governo, que é resultado de uma fraude jurídica, que cassou uma presidente que não praticou nenhum crime de responsabilidade, prendeu o principal candidato a eleição em um processo farsante e de perseguição jurídica e realizou uma campanha eleitoral sustentada em fraudes e mentiras, usando recursos financeiros não contabilizados. Todas estas denúncias estão devidamente comprovadas pela Vaza – Jato, reportagem do The Intercept Brasil que traz conversas entre o ex-juiz Sergio Moro, atual ministro da Justiça, e o procurador da República, Deltan Dalagnol.

Completa-se a isto tudo a prática de um ano do governo Bolsonaro, que tem desmontado a rede de proteção social, destruído a economia nacional, que levou 13,1 milhões de trabalhadores ao desemprego, incentiva o ódio, a violência e a intolerância, que tem provocado o aumento da prática de assassinatos de lideranças populares, da juventude negra e de mulheres, mais a prática contínua de atos que não respeitam as normas constitucionais brasileiras, praticando inúmeras vezes crimes de responsabilidade, que tem sido acobertados pelo Poder Judiciário e a grande imprensa brasileira.

O lançamento do comitê contou com lideranças dos assentamentos e acampamentos da Frente Nacional de Luta Campo e Cida – FNL, lideranças sindicais da Conlutas, SindSasc, movimentos estudantis, culturais, integrantes do Comitê Lula Livre, PSOL, Unidade Popular (UP), PCO e representações parlamentares. O Comitê Anti-imperialista General Abreu e Lima participou da organização da atividade.

No ato foi aprovado o manifesto que apresenta as linhas gerais de organização do Comitê que a mobilização pelo fim imediato do governo Bolsonaro, assim como estruturada comissões de trabalho e a orientação para a criação de comitês populares nos bairros, escolas, feiras, fábricas, assentamentos e acampamentos, criando as condições para a efetiva mobilização popular em todo o país.

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