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domingo, 31 de agosto de 2025

Em Belém (PA), ato pela Palestina cobra rompimento de relações com Israel

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Organizado pela Rede Cabana de Solidariedade aos Povos, lutadores e lutadoras sociais se reuniram, no último dia 3, na Praça do Operário, mesmo sob forte chuva, para denunciar os crimes de Israel.

Luiza Friza | Redação PA


LUTA POPUULAR – Sob o céu chuvoso da Praça do Operário, na tarde desta quinta-feira (03/07), organizações como UP (Unidade Popular), UJR (União da Juventude Rebelião), PCR (Partido Comunista Revolucionário), Unidos pra Lutar (PSOL) e Revolução Socialista (RS/PSOL), PSTU e demais coletivos e juventudes, reuniram-se na Praça do Operário, em Belém, para um ato em defesa do povo palestino. 

Durante as falas, representantes das entidades e organizações denunciaram a violência contra a Palestina. A multidão respondeu em uníssono com os gritos: “Estado de Israel, Estado assassino! Viva a luta do povo palestino!”. Também foi cobrado o rompimento das relações diplomáticas e comerciais com Israel. O Brasil é um importante exportador de petróleo bruto para Israel e importa milhões de dólares em armas todos os anos para utilizar em operações policiais nas favelas.

Ainda na concentração do ato, a denúncia dos interesses dos EUA sobre a Amazônia e a Palestina foram destaque. Quando tratamos da Palestina, os interesses norte-americanos ficam evidentes desde o veto sistemático à adesão do Estado da Palestina como membro pleno da ONU até o fluxo contínuo de armas para Israel.

Entendendo que os interesses econômicos imperialistas dos Estados Unidos são os principais responsáveis pelo fortalecimento do genocídio cometido por Israel à Palestina e à exploração desenfreada na Amazônia, ocorreu a queima da bandeira estadunidense, um ato simbólico reflete a fúria dos povos explorados contra o imperialismo.

O protesto seguiu em caminhada até a sede da SUDAM (Superintendência de Desenvolvimento da Amazônia), onde foi encerrado. No local, houve novas falas, palavras de ordem e manifestações de trabalhadores e estudantes, reafirmando a solidariedade à causa palestina e a perspectiva de construção de novas ações na Amazônia.

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