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Solidariedade ao povo Venezuelano e pela autodeterminação dos povos

No sétimo dia de greve, os Servidores do Judiciário do Pará prestam apoio ao povo venezuelano.

Maxson Almeida, União da Juventude Rebelião (UJR)

Fotos: Augusto Cléber

PARÁ – A greve é um poderoso e histórico instrumento de reivindicação, mas também é uma maneira de formação política do trabalhador. Sabendo disso, na terça-feira (27), o Movimento Luta de Classes (MLC) e o Sindicado dos Servidores do Judiciário (SindJu) prestaram atendimento ao imigrantes Venezuelanos, em meio ao sétimo dia de greve dos servidores do judiciário paraense, que persistem na luta em busca do que deles por direito: o reajuste inflacionário.

Os ataques vêm de todos os lados na ditadura do capital: sejam as intervenções imperialistas na Venezuela, através de embargos econômicos; seja a desvalorização dos servidores públicos paraenses, que cumprem um importante papel na prestação de serviços a população.

Diante de tais fatos, a conjuntura exige uma postura solidária ao povo venezuelano, por entendermos que as lutas não estão separadas, todas caminham juntas buscando a emancipação do nosso povo e a construção de uma sociedade justa e igualitária, livre das mazelas provenientes do capitalismo.

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