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terça-feira, 5 de julho de 2022

CUT-DF realiza ato pela libertação de cubanos presos nos EUA

Ato da CUT-DF pelos cinco presos cubanosDurante ato político-cultural realizado nessa terça-feira (6), a CUT-DF pediu a libertação de cinco patriotas cubanos presos nos Estados Unidos. “A simbologia do ato significa a perspectiva da libertação dos povos oprimidos. A postura dos EUA é um contínuo ataque à Revolução Cubana”, explica o secretário de Política Social da CUT-DF, Ismael José Cesar.

A manifestação, que contou com a participação de mais de 100 pessoas, resultou na constituição do Comitê regional pela libertação dos cubanos. A instalação oficial do grupo está agendada para quarta-feira, dia 14, às 18h, no auditório da CUT-DF.

Para mobilizar a sociedade brasileira e pedir ao presidente dos EUA, Barack Obama, a libertação dos cubanos, estão sendo montados em dez estados brasileiros comitês de divulgação e esclarecimento sobre o caso. “A intenção é reunir assinaturas que serão enviadas ao governo americano. Queremos dar visibilidade à luta no Brasil, que pode se posicionar na Organização das Nações Unidas (ONU) e pedir a libertação desses heróis anti-terroristas”, explica Ismael José Cesar.
Segundo o ex-presidente nacional da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) e membro honorário vitalício da entidade, Cezar Britto, juristas do mundo inteiro analisaram o processo dos cinco cubanos e é de entendimento geral que não existe relação deste com justiça. “O que temos neste caso é a condenação de cinco pessoas apenas para afrontar a resistência cubana. Qualquer decisão contra Cuba é benéfica aos EUA e, nessa situação, a decisão é política, e não jurídica. Todos os povos têm direito a resistir quando seu território está em perigo e foi isso o que essas pessoas fizeram. Não podem ser condenadas por isso”, destacou Cezar.

Entenda o caso
Os cidadãos cubanos Antonio Guerrero, Fernando González, Gerardo Hermández, Ramón Labañino e René González foram presos nos Estados Unidos sob a acusação de espionagem quando cumpriam missão de colher informações que pudessem evitar ataques terroristas frequentemente realizados por grupos anticubanos. As prisões foram realizadas em 1998.

A instalação dos comitês é uma ação internacional e já somou a constituição de mais de 300 grupos como este em todo o mundo. No Brasil, a ação é encampada pela CUT, junto com a Coordenação de Movimentos Sociais. A intenção é de que exista um Comitê pela libertação dos cinco cubanos em cada estado.

Da CUT-DF, com Sindicato dos Bancários de Brasília

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