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A arquitetura do golpe

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Acordão já está feito. PMDB trabalha a formação do novo governo.

Dilma cai pelas mãos de Eduardo Cunha. Ela sem nenhum crime, ele réu na Lava-Jato com meio bilhão de reais no exterior.

Temer assume e divide ministérios entre a oposição de direita, leia-se PSDB, DEM, PPS, Solidariedade e outros.

Temer será denunciado pelos mesmos supostos crimes de Dilma, mas aí a política dos dois pesos e duas medidas é que vai valer. No caso dele, não será crime as tais pedaladas fiscais que ele também assinou.

Eduardo Cunha sai de cena depois de dirigir o impeachment, mas terá seus processos arquivados.

Aécio, Renan Calheiros e todos os outros terão seus processos arquivados por falta de provas.

A Lava-Jato vai ser encerrada, por que a oposição vai reconhecer em breve os excessos do juiz Sérgio Moro, que será escanteado.

A direita raivosa que está nas ruas se sentirá saciada pelas cabeças de Lula e Dilma entregues numa bandeja.

A esquerda vai às ruas denunciar o golpe. Tiro, porrada e bomba em todo mundo e utilização da lei antiterrorismo, criminalizando a todos que, segundo a Globo, tentam aplicar um golpe comunista.

Jobert Fernando de Paula
Diretor do Sindieletro-MG

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