UM JORNAL DOS TRABALHADORES NA LUTA PELO SOCIALISMO

terça-feira, 31 de janeiro de 2023

MOSTRANDO RESULTADOS PARA:

Padre Reginaldo Veloso: fermento na massa para a libertação

José Levino | Historiador LUTA POPULAR - Padre Reginaldo Veloso nasceu em 1937, na Zona da Mata de Alagoas, num distrito chamado Piquete, na época,...

114º aniversário de Enver Hoxha

16 de outubro marcou os 114 anos do nascimento do camarada Enver Hoxha, um líder teórico e prático de toda uma época da luta pela construção do socialismo.

USP derruba casas do patrimônio histórico

Casas com mais de 120 anos serviram de moradia para várias gerações. Metade das casas já estava no chão quando a polícia chegou para interromper a ação.

Papa Francisco: “Os comunistas pensam como os cristãos”

José Levino Historiador A deturpação da realidade para servir a interesses de classe ou a objetivos pessoais não é coisa nova. Apenas o nome mudou, de...

Sobre Stálin

Quem foi Josef Stálin e por quê seu nome, história e luta revolucionárias incomodam a burguesia internacional? Pablo Miranda Partido Comunista Marxista-Leninista do Equador EQUADOR – Durante...

Centro Acadêmico de História da USP realizou IV Semana de Ofícios do Historiador com o tema “Fazer História em Tempos de Crise”

A IV Semana de Ofícios do Historiador foi realizada pelo Centro Acadêmico de História da USP “Luiz Eduardo Merlino” com a gestão Ainda Assim Eu Me Levanto – construída por militantes do Movimento Correnteza – entre os dias 25 de outubro e 16 de novembro.

Stakhanov, herói do trabalho socialista

Stálin enxergava o movimento Stakhanovista como uma importante etapa desse processo pois se tratava de operários na base da produção plenamente conscientes de seu papel histórico, dotados da expertise para o manejo da tecnologia e devotados a construção do socialismo.

A cor do ensino e a “pedagogia” do racismo

A história do povo negro no Brasil é contada pela perspectiva do colonizador. Ela valoriza apenas seus próprios costumes e cultura, em detrimento dos...

Irmã Dorothy Stang e a reforma agrária

“Não vou fugir nem abandonar a luta.”

Justiça burguesa não condena torturas da ditadura militar contra operário

Após a redemocratização de 1988, o mínimo que o Estado Brasileiro deveria fazer após reconhecer os arbítrios e torturas cometidos por seus agentes seria uma política de reparação civil, além de garantir o direito a memória, verdade e justiça.

A Revolta da Cabanagem: um exemplo de luta

Cabe o constante estudo da história dos povos originários, do chão que pisamos, do que os novos tempos demandam no enfrentamento de uma velha guerra, renovada diariamente. Vamos à raiz de nossa história, portanto, de uma maneira radical. Indígenas, caboclos, nortistas, verdadeiros donos desta terra, uni-vos!

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