UM JORNAL DOS TRABALHADORES NA LUTA PELO SOCIALISMO

segunda-feira, 15 de agosto de 2022

MOSTRANDO RESULTADOS PARA:

A esquerda precisa conversar sobre Segurança Pública

Parte do crescimento do fascismo se explica por eles terem explorado ao máximo a falência da Segurança Pública e a completa falta de segurança que a classe trabalhadora vivencia em todos os locais. A esquerda não pode mais deixar esse debate de lado.

Operações policiais no Rio de Janeiro causam centenas de mortes, aponta pesquisa

O Instituto Fogo Cruzado revela que as operações e ações policiais são responsáveis por grande parte das mortes por armas de fogo no Rio...

Polícia promove chacina no Rio de Janeiro

Operação ilegal das polícias Civil e Militar na favela do Jacarezinho teve como resultado 28 pessoas mortas e inúmeras violações de direitos humanos. Segundo o laboratório de dados de violência armada Fogo Cruzado, esta já é a segunda maior chacina da história do Rio de Janeiro.

Quem tem direito ao futuro?

É urgente a mobilização dos movimentos sociais e das organizações populares em volta da pauta da garantia dos direitos dos moradores das favelas e, sobretudo, das crianças das comunidades.

Decretos do Governo facilitam o armamento de milícias

“O governo tem feito todos os movimentos para montar uma milícia própria para defender seus interesses golpistas e garantir sua manutenção no poder, custe o que custar.”

As Polícias Militares e o avanço do fascismo no Brasil

É preciso ficar em alerta e lutar contra estas tentativas de independência ou autonomia das polícias. Polícia independente é polícia fascista; toda força armada deve ser comandada e controlada pelo poder político, pelo poder legitimado pelo povo.

PM-RJ prende camelô por criticar armamento da Guarda Municipal

O camelô André Constantine foi detido arbitrariamente por um policial militar ao criticar a violência da PM-RJ e da Guarda Municipal contra os trabalhadores ambulantes. 

PM criminaliza bailes funk, mas permite aglomerações na zona sul

Bailes funk são criminalizados, enquanto festas clandestinas promovidas pela e para a classe média seguem intocáveis. 

Sem justiça, sem paz: três meses do assassinato de Guilherme na Vila Clara

Mais um jovem negro teve sua vida tirada pelas mãos da Polícia Militar em 14 de junho deste ano, nas ruas da Vila Clara, divisa da capital paulista com Diadema. Guilherme da Silva Guedes, 15 anos, foi sequestrado por dois policiais à paisana na frente da casa da avó. O jovem negro foi encontrado, horas depois, em Diadema, com dois tiros na cabeça e com muitas marcas de tortura. A comunidade se revoltou com a violência policial recorrente contra a juventude do bairro e iniciou protestos na região que resultaram em avenidas fechadas e ônibus incendiados por toda a semana.3, A Zona Sul de São Paulo é a região mais violenta da capital: registra 1 a cada 5 dos homicídios que acontecem na cidade. No primeiro semestre deste ano, a Polícia Militar de São Paulo matou 498 pessoas, equivalente à um terço do total de homicídios no estado. O Jornal A Verdade escutou dona Vera Lúcia Rodrigues, 52 anos, avó do Guilherme, moradora da Vila Clara, zona sul de São Paulo. Guilherme morava com ela.

“O trabalho da Polícia Militar é garantir a paz de uma classe enquanto extermina a outra”

Foram 435 pessoas mortas pela Polícia Militar em serviço neste ano contra 358 do ano passado. Também cresceu o número de vítimas de policiais militares de folga. Em 2019, foram 56 e agora são 63.

Centenas nas ruas querem justiça por Gabriel

No dia 5 de junho, o jovem Giovanne Gabriel de Souza Gomes, de apenas 18 anos, negro e morador do bairro Guarapes, periferia da cidade, desapareceu.

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