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Coletas da UP ampliam venda do jornal A Verdade

Fotos: Vanor Correia

A campanha pela legalização da Unidade Popular (UP) no Rio de Janeiro tem como palco principal das coletas de apoiamentos os trens que partem da Central do Brasil rumo à Baixada Fluminense e ao subúrbio carioca. Todos os meses, milhares de pessoas recebem a mensagem de esperança da UP e quase 50 mil assinaturas já foram recolhidas neste ano.

Ao mesmo tempo em que pedimos a assinatura de apoio para a legalização do nosso partido, passamos também a vender o jornal A Verdade durante as coletas. Desde então, percebemos como a venda do jornal fortalece e politiza a coleta. Nos quatro primeiros meses de 2018 já foram vendidos mais de dois mil jornais nessas brigadas. Apenas no mês de abril foram vendidos nem brigadas nos trens 743 jornais.

“A construção da UP e a divulgação do jornal nos trens têm sido os nossos maiores instrumentos de luta na busca por uma sociedade mais justa e igualitária”, explica Estervânia Mello, militante da UJR e um dos maiores destaques na coleta. “As pessoas que se identificam com as denúncias que fazemos dentro dos trens assinam as fichas e muitas delas vão além e se interessam em conhecer mais profundamente a nossa política”.

Porém, esse crescimento na venda de jornais não foi espontâneo. Antes, era comum o jornal ficar estocado na sede ou parado na mão dos militantes. Só quando percebemos o grande desperdício político que isso significava é que tomamos a decisão de levar o jornal aos trens junto com a coleta.

A dinâmica é muito simples: ao final de cada agitação feita dentro dos vagões, apresentamos o jornal A Verdade e perguntamos para cada pessoa que assina a ficha da UP se ela tem interesse em comprar o jornal. “É comum as pessoas quererem comprar o jornal antes mesmo de assinarem a ficha”, relata Estervânia. Dessa forma, o trabalho da UP se qualifica ainda mais, pois, por meio da leitura do jornal, é possível ao trabalhador ter acesso às denúncias que não conseguimos abordar nas falas devido ao tempo curto.

A importância do jornal

Esse trabalho pode ser feito também nas coletas realizadas nas ruas, no corpo-a-corpo, basta ter iniciativa. “Eu sinto que participar das coletas me faz crescer politicamente. Às vezes é difícil, mas todo o esforço é recompensado quando vemos que as pessoas param para escutar nossas denúncias, nosso projeto político, nos apoiam assinando a ficha da UP e ainda compram o jornal”, afirma Giovana Almeida, também militante da UJR. “O crescimento da venda do jornal A Verdade é uma prova de que a população confia nas informações que estamos divulgando. As coletas me lembram a todo tempo que ainda há esperança e que estou do lado certo da história”, acredita.

As brigadas do jornal nos trens do Rio de Janeiro começaram a ser realizadas em 2009 e, agora, ganharam novo sentido com a campanha de legalização da UP. É o que explica a companheira Danielle Ramos, do Movimento de Mulheres Olga Benario: “Participar das brigadas nos trens sempre foi uma escola para todos nós, é a nossa tribuna popular. Aqui aprendemos a dialogar melhor com a classe trabalhadora e as pessoas do povo que, assim como eu, sofrem no transporte público lotado todos os dias”.

Por tudo isso, companheiros e companheiras, precisamos fortalecer este importante instrumento de luta que é o jornal A Verdade, apresentá-lo a mais pessoas e tornar uma prática cotidiana as brigadas do jornal junto com as coletas da UP.

Redação Rio de Janeiro

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