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sexta-feira, 1 de julho de 2022

EURO continua sendo rechaçado na Europa

Desemprego no Euro é recordeNovamente os poloneses se mostraram contrários a entrada do seu país na zona do Euro. Pesquisa realizada em fevereiro passado mostrou que 64% da população é contrária às medidas liberais de tal entrada e que não a enxergam como solução, mas como um problema. Outros  países da zona já mostraram o que se pode esperar da moeda.

Europa dos desempregados

Acompanhado à pesquisa, para os países que implantaram o Euro, o desemprego bateu índices recordes para o mesmo mês. Cerca de 12% dos trabalhadores, mais de 19 milhões de pessoas, estão sem emprego. Somente no mês de fevereiro, 33 mil pessoas ficaram desempregadas, fruto da resposta econômica de austeridade para enfrentar a crise causada, em grande parte, pelo próprio Euro.

A Espanha atualmente amarga 26,3% dos espanhóis desempregados, ainda que seu governo defenda a moeda. Analistas econômicos liberais do Merrion Economics responderam em defesa do modelo no mês de março, animados (pasmem) com a dívida da Espanha. Declararam ser a Espanha uma ganhadora: “Esta tendência é o sinal de uma nova era de estabilidade nos mercados de capitais da Zona  do Euro e é um sinal de que o compromisso do Banco Central Europeu para com a moeda única conteve a ameaça de contágio. E de que os investidores procuram rentabilidade”.

Rentabilidade todos sabem que os investidores procuram, mas o retorno social para a população é visivelmente negativo. O Euro se assemelha cada vez mais a uma “bomba” sócio-econômica.

Eduardo Augusto

Fonte: Agência Estado e Jornal de Negócios

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