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quinta-feira, 8 de dezembro de 2022

Polícia, cadê o Amarildo?

Depoimentos feitos no dia 22 de julho de 2013, no dia que o Papa chegou ao Brasil, durante a manifestação que concentrou no Largo do Machado e foi para o Palácio Guanabara. Após 6 dias sem notícias de Amarildo de Souza, 47 anos, sumido pela Polícia da UPP da Rocinha. Voz das Ruas, “Papa, cadê o Amarildo?”

Amarildo de Souza, 47 Anos, pai de 6 Filhos, pedreiro e morador da Favela da Rocinha: Desaparecido Político da Democracia Brasileira.
*A última vez que Amarildo foi visto estava sendo conduzido por PMs no domingo (14/07/2013) à noite para a Unidade de Polícia Pacificadora, a UPP da Rocinha.

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1 COMENTÁRIO

  1. Então: quem está usando politicamente o incidente que responda. O Amarildo poderia ser um dos milhares de desaparecidos pelo tráfico ou pelos esquadrões da morte, polícias mineiras e tantos outros tipos de jagunços e marginais que por tanto tempo dominaram as comunidades cariocas e brasileiras em geral e ainda dominam, em tantos locais. Só que não dava Ibope falar nisso, até resolverem jogar a conta nas costas de um governador que querem derrubar na marra, mais para provar que é possível fazer isso sem ser pelas vias legais. Em geral funciona assim: quem acusa detém o ônus da prova. Quem chama Cabral de assassino ou a sua PM de assassina teria que provar o caso, ou não é assim? Senão vira mais um ‘mensalão’ onde se condena sem provas, só pelo clamor de grupos. Atribuir culpa e autoria de um delito antes de ter todas as provas sobre o fato não é apenas leviano, é desonesto. Só ele ter sido visto por último sob custódia de PMs não os torna automaticamente culpados, ou todas as pessoas que estiveram perto de alguém que some ou é assassinado teriam que tornar-se também culpadas. Esse automatismo é falso. Quem acusa alguém de algo é que tem que provar o caso … a lei é assim.

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