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segunda-feira, 5 de dezembro de 2022

Ato em homenagem a Che Guevara – aos 46 anos de sua imortalidade

“Volto impressionado como há tantos jovens revolucionários que seguem o Che e lutam pela revolução no Brasil”, disse professor e escritor cubano Fernando Parruas

Ao som de músicas cubanas e depoimentos sobre Che do documentário cubano “La vida Del Che”, começou o ato em homenagem aos 46 anos de imortalidade de Ernesto Che Guevara, no dia 8 de outubro. O local escolhido não poderia ser melhor: salão principal do Centro Cultural Manoel Lisboa de Pernambuco, batizado de sala Ernesto Che Guevara; por onde se olha vê Che em épocas variadas de sua vida.

Fernando Parrua e Moralinda Fonseca professores e escritores cubanos deram importantes depoimentos sobre Che e responderam a perguntas do público presente sobre Cuba. Em várias das colocações ressaltaram a figura sensível e humana do Che e o entusiasmo em ver que no Brasil a jovens que seguem os seus ensinamentos. “É a primeira vez que viemos ao Brasil e volto impressionado como há tantos jovens revolucionários que seguem o Che e lutam pela revolução”, disse Fernando. Sobre a pergunta ligada aos médicos cubanos que estão no Brasil falou: “Cuba tem médicos cubanos em mais de 120 países, esta é uma demonstração concreta do sentimento de solidariedade ao Mundo.” E ainda ressaltaram “Tem uma grande importância a preservação da memória dos mártires, assim como o PCR faz em homenagear os seus 5 heróis. Preservar a memória contribui para apresentar a juventude uma forma de conduta honrada”. Após suas falações os presentes cantaram “ousar lutar, ousar vencer, seremos todos como o Che” e “Revolução cubana, comuna de Paris, nós vamos instaurar o socialismo no país”.

Estavam presentes também falaram sobre o CHE e seu exemplo de vida e conduta humana, Edival Nunes Cajá, ex-preso político e membro do Comitê Central do Partido Comunista Revolucionário (PCR), Anacleto Julião, filho de Francisco Julião, fundador das Ligas Camponesas e André Luan, representando a organização Brigadas Populares.

Alexandre Ferreira, Recife

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