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quarta-feira, 7 de dezembro de 2022

Fascistas da Venezuela planejam ações violentas na próxima semana

AécioUm plano de ações violentas está preparado para ocorrer na Venezuela entre os próximos dias 21 e 27 de junho, de acordo com informações de diversos movimentos populares daquele país. As ações devem ser orquestradas pela extrema direita do país e contam, como sempre, com forte financiamento do exterior.

As ações coincidem com as comemorações da batalha de Carabobo que ocorrem no próximo dia 24 e relembro um evento histórico importante para a Venezuela: a vitória do exército de libertação de Simón Bolívar sobre os exércitos colonialistas espanhóis.

O objetivo é se aproveitar da deterioração do abastecimento no país para desestabilizar o governo de Nicolás Maduro e criar as condições para uma nova tentativa de golpe. Mais uma vez, o governo da Venezuela se vê diante de uma encruzilhada onde as vacilações em implantar de fato as transformações socialistas não têm mais lugar.

É exatamente neste contexto que se insere a visita oportunista de Aécio Neves e Aloysio Nunes, senadores do PSDB, no dia de hoje em Caracas. Os senadores do PSDB viajaram em avião da Força Aérea Brasileira – FAB, cedido pelo ministro da defesa Jaques Wagner (PT), e tentaram criar um fato político ao desembarcar na capital venezuelana afirmando que o governo de Madura havia proibido a viagem. Uma vez desmentidos, os senadores foram cercados por manifestantes na saída do aeroporto e retornaram ao Brasil após desistirem de passar pelo trânsito da cidade.

A confrontação social na Venezuela tende a crescer no próximo período e a postura dos senadores do PSDB apenas reafirma que o destino do processo venezuelano diz respeito a todos os povos da América Latina.

Da Redação.

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1 COMENTÁRIO

  1. Com tanta gente morrendo nas filas e nos corredores dos hospitais públicos, sem atendimento,com tantos apenados, que já cumpriram suas penas e continuam em carcere, com tantas famílias, que querem pelo menos, saber o fim dos corpos de seus familiares vítimas do regime militar, e,esses vassalos dos USA nada fazem por essas pessoas, mas, vão à Venezuela fazer o trabalho sujo para os USA, como moleques de recado, como diz o Boris Casoi ”isso é, uma vergonha”, esses vassalos, não foram visitar os refugiados sírios dispersos em condições degradantes,ou as vítimas do EI, porque isso certamente desagradaria os USA, a quem obedecem.

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