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A Verdade se consolida nas bancas do Rio de Janeiro

BANCAS – Julie Estnef com o Jornal A Verdade em sua banca no Rio de Janeiro. (Foto: Denise Maia/Jornal A Verdade)

Denise Maia

RIO DE JANEIRO – A distribuição do Jornal A Verdade nas bancas da cidade do Rio de Janeiro, mesmo durante a pandemia do coronavírus, tem garantido aos seus leitores acesso ao conteúdo de nossas páginas e a outras tantas pessoas a possibilidade de comprar um jornal que os façam refletir e compreender o momento da atual conjuntura do Brasil e do mundo.

Cabeças aglomeradas com os olhos fixos nas manchetes dos jornais expostos nas bancas nos remetem a um cenário, mesmo com toda a tecnologia que nos oferecem variados meios de comunicação, de pessoas ávidas em se inteirar das notícias.

A leitura do jornal impresso ainda atrai um público numeroso que gosta de folhear suas páginas e percorrer com os olhos as notícias em destaque.

Para falar um pouco mais da importância do jornal nas bancas, A Verdade conversou com Julie Estnef, que há quatro meses exibe e vende o jornal na sua banca, em Copacabana, na Zona Sul do Rio de Janeiro.

“Estou há dois anos na banca Barbarela, na rua Ministro Viveiros de Castro, 20, Copacabana. Antes da pandemia, funcionávamos 24 horas. Hoje a gente abre às 8h e fecha à 1h da manhã. Infelizmente, o movimento nessa quarentena caiu pouco. Usamos álcool gel dentro da banca, do lado de fora tem uma torneira para o cliente lavar as mãos, uma corda de isolamento e a higienização é realizada todos os dias antes de abrir. Existe cliente rebelde que aparece sem máscara, quer entrar na banca, mas a gente impõe as normas”, explica.

O primeiro contato de Julie com o jornal se deu por meio de um assinante de longa data de A Verdade, o servidor público aposentado Eduardo Maia, que convenceu a vendedora a expor o jornal em sua banca.

Ela nos conta que o jornal já criou uma clientela fiel nesse curto período, apesar de estar localizada num bairro de maioria conservadora. “Existem clientes fixos que compram o Jornal A Verdade. No início não foi fácil expor o jornal; tinha cliente que reclamava do jornal ser comunista. Resolvi argumentar que os comunistas também tinham direito de colocar suas posições e a banca de exibir o seu periódico. Hoje essa relação com o jornal mudou, muito por conta da diminuição das pessoas que ainda acreditam no governo Bolsonaro. Conforme a rejeição ao governo aumenta, a aceitação e a compra do jornal também crescem”. 

Ao pedirmos uma opinião pessoal sobre o jornal, Julie nos disse que “A Verdade não pode perder a força. A luta tem que continuar, senão o fascismo dominará o mundo”.

Esse tipo de envolvimento que o jornal tem construído com as pessoas ao longo de seus mais de 20 anos de existência só é possível graças à firmeza de princípios e à sua fidelidade inabalável ao lema que estampa em sua capa: “um jornal dos trabalhadores na luta pelo socialismo”.

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