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sábado, 25 de maio de 2024

3° Congresso Nacional da UP inicia reafirmando posição revolucionária do partido

Militantes de Norte a Sul do país encontram-se no Rio de Janeiro para a construção do 3⁰ Congresso Nacional da Unidade Popular pelo Socialismo, o partido antifascista do Brasil.

Redação


BRASIL — Nesta sexta-feira (4), iniciou-se o 3⁰ Congresso da Unidade Popular pelo Socialismo. Militantes de Norte a Sul do país se reuniram na capital do estado do Rio de Janeiro para debater a política do Partido, sintetizar nacionalmente as boas experiencias acumuladas para o avanço cada ainda mais rápido da UP. Foram mais de 200 delegados de 22 estados e do Distrito Federal.

A mesa de abertura contou com a participação da vice-presidenta nacional da Unidade Popular pelo Socialismo, Samara Martins, de Juliete Pantoja, presidenta da UP no estado do Rio de Janeiro, e de Luiz Falcão, da redação nacional do Jornal A Verdade e do Partido Comunista Revolucionário (PCR).

Nesta mesa, foi pontuado que o 3⁰ Congresso Nacional é o Congresso de combate ao fascismo e que iria auxiliar na consolidação do trabalho de inserção da classe trabalhadora.

“O Brasil tem 30 partidos. Nenhum com a característica de povo como a UP.” afirmou Luiz Falcão. “A UP foi o primeiro partiro a ir para as favelas durante a pandemia, a ir as ruas enfrentar o fascismo e os militares. Muitos apoiaram, mas a UP esteve na linha de frente. Depois da ditadura, a UP honrou os que deram o seu sangue, porquê lutou contra o fascismo e pela “Ditadura Nunca Mais!”. Os golpistas ameaçaram, mas a UP convocou o povo à resistência.”, concluiu.

Congresso conta com grande bancada de mais de 200 delegados de todas as regiões do país. Foto: Reprodução.

3⁰ CONUP reafirma: sistema capitalista-imperialista ameaça os povos do mundo

Com o objetivo de aprofundar a análise da situação nacional e internacional, Léo Péricles, presidente da Unidade Popular, e Wanderson Pinheiro, do Diretório Nacional da UP foram convidados para a segunda mesa do Congresso.

A situação nacional foi colocada enquanto o aprofundamento da crise do sistema capitalista na sua fase capitalista, que gera mais violência e pobreza.

Essa violência não surgiu do nada, mas é uma reação direta às lutas populares travadas, já que nos últimos anos aumentaram as rebeliões na América Latina e no mundo. A classe trabalhadora tem estado em cena nessas lutas, principalmente através de greves.

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