UM JORNAL DOS TRABALHADORES NA LUTA PELO SOCIALISMO

segunda-feira, 15 de agosto de 2022

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MLB realiza 1º Encontro de Favelas no Rio de Janeiro

A atividade aconteceu na sede da Associação de Moradores de Acari, na Zona Norte da cidade e contou com a presença de cerca de 30 moradores de treze comunidades onde o movimento organiza seus núcleos de base.

Polícia ocupa Jacarezinho e inicia novo projeto de militarização das favelas do Rio

A megaoperação policial faz parte do “Cidade Integrada”, novo projeto de militarização das comunidades cariocas arquitetado pelo governo do Estado do Rio de Janeiro. Cerca de 1.200 policiais civis e militares ocuparam a favela do Jacarezinho, palco da maior chacina já promovida pela Polícia Civil-RJ. 

Operações policiais durante a pandemia mataram quase 800 pessoas no RJ

Apesar da decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) proibindo a realização de operações policiais em comunidades do Rio de Janeiro enquanto durasse a pandemia, levantamento aponta que quase 800 pessoas foram assassinadas pelas forças policiais nas favelas cariocas no último ano. 

Famílias sem teto de São Bernardo sofrem despejo

Na madrugada de sábado (21), duzentas famílias organizadas de diversos bairros pobres da cidade ocuparam um terreno há anos abandonado na cidade. O espaço vazio gerava perigo e insegurança à população que se deslocava pelos arredores, servia como descarte de lixo e descumpria o Estatuto da Cidade da Constituição Federal no que diz respeito à função social da propriedade.

Prefeituras abandonam bairros pobres

Heron Barroso, Fernando Alves e Rafael Freire RIO DE JANEIRO (RJ) – Por ser um país capitalista, o processo de urbanização do Brasil sempre caminhou...

Complexo do Alemão: governos tentam matar o povo de doença, fome ou tiro

Wilson Witzel com medo de perder o mandato com o processo de impeachment iniciado na Assembleia Legislativa e buscando criar bases para sua sobrevivência política tenta apagar seu apoio dado num passado muito recente ao presidente genocida – que inclusive lhe serviu como alavanca para eleger-se. Agora, fala em preservar vidas e chega ao absurdo mentiroso e podre de, em entrevista recente no programa Roda Viva, ter dito que nunca foi chamado de genocida, como Bolsonaro. É uma óbvia mentira, mas falar a verdade nunca é demais: Wilson Witzel é um genocida, tal qual Jair Bolsonaro.

A pandemia nas favelas: subnotificação, descaso e solidariedade

Por Felipe Annunziata. RIO DE JANEIRO – O início da pandemia do novo coronavírus foi marcado pelas pessoas da classe média e ricos vindos do...

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