UM JORNAL DOS TRABALHADORES NA LUTA PELO SOCIALISMO

quarta-feira, 6 de julho de 2022

MOSTRANDO RESULTADOS PARA:

Quando menstruar dignamente torna-se um privilégio

Pesquisas apontam que, na falta do absorvente, 26% das estudantes brasileiras deixam de frequentar a escola durante o período menstrual, perdendo até uma semana de aulas por mês. Em outros casos, recorrem a métodos nada seguros e saudáveis para conter o fluxo: folhas de caderno ou jornal, papel higiênico e até miolo de pão são utilizados por pessoas que menstruam em situação de vulnerabilidade social no lugar do absorvente.

O retrato da pobreza menstrual no Brasil

No Brasil, 25% das meninas entre 12 e 19 anos deixam de ir à escola pela falta de absorventes, o que leva muitas a recorrerem a outras opções, como miolo de pão, papel, pano e até absorventes de outros ciclos são usados para frear o sangue menstrual.

A radicalização do autocuidado

No Brasil, por falta de democratização da informação e dos investimentos necessários nas campanhas oferecidas pelo SUS, o aumento do número de casos de infecções sexualmente transmissíveis (ISTs) tem sido exponencial. Por isso, as mulheres lutadoras, mas também aos homens lutadores, precisam se cuidar, pois o que temos de mais importante para fornecermos ao combate contra o fascismo e a luta revolucionária é a nossa vida.

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