UM JORNAL DOS TRABALHADORES NA LUTA PELO SOCIALISMO

terça-feira, 27 de fevereiro de 2024

MOSTRANDO RESULTADOS PARA:

A importância do acolhimento na militância revolucionária

Na luta pelo socialismo, a essência da militância revolucionária é forjada na solidariedade e no acolhimento mútuo. É necessário combater o individualismo, estimular debates...

Estudantes e movimentos populares barram a votação de projeto de lei higienista em Campinas

Projeto de Hossri propõe “limpeza” dos espaços públicos de Campinas pela remoção de usuários de substâncias com a finalidade de restabelecer valor econômico das regiões que possuem concentração de dependentes químicos.

O direito à informação em saúde mental chega à periferia?

O direito de cuidados em saúde mental é garantido pela Constituição Federal para toda a população, pelo menos em teoria. Entretanto, a realidade prática,...

O Feminismo e a Luta Antimanicomial

A luta antimanicomial também faz parte da luta das mulheres e da luta anticapitalista. Não existe saúde mental dentro do sistema que nos mata e oprime.

Comunidades terapêuticas se tornaram as principais operadoras das políticas públicas de saúde mental no país

Comunidades terapêuticas tornaram-se as principais executoras das políticas públicas da saúde mental para o tratamento de pessoas que fazem o uso de drogas

Preparação para V Conferência Nacional de Saúde Mental

No mês de novembro acontecerá a 5ª Conferência Nacional de Saúde Mental. Antes disso, deverá acontecer as etapas estaduais preparatórias para eleição dos delegados,...

A pane do monopólio das redes sociais e a necessidade de “desacelerar”

O apagão das redes de Zuckerberg trouxe – além de instabilidade para aqueles que necessitavam destas ferramentas de trabalho – muita ansiedade para os internautas, acendendo um alerta sobre a necessidade de “desacelerar” e rever o uso que fazemos das chamadas "redes sociais".

Isolamento social, individualismo, solidariedade e saúde mental

Por Vinícius StoneVice-presidete da UP no Rio Grande do Sul OPINIÃO – São tempos estranhos os que vivemos. Mais de trinta e cinco mil mortos...

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