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segunda-feira, 4 de julho de 2022

Empresa de Construção é responsabilizada: Fórum Eleitoral de Patos está condenado

A Empresa MK Construções Ltda está sendo punida pelo Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba-TRE-PB com a perda da possiblidade de participar de licitação pública num prazo de dois anos. A referida empresa foi penalizada após parecer técnico encaminhado pelo TRE-PB que comprovou irregularidades insanáveis no Fórum Eleitoral Dr. Manoel Messias do Nascimento em Patos. O prédio está abandonado, pois corre risco eminente de desmoronamento.

A decisão foi do Desembargador Manoel Soares Monteiro, presidente do TRE/PB, e ocorreu no dia 29 de agosto de 2011. Segundo exposto na decisão, os problemas ocorrem desde a fundação do prédio e comprometem também instalações elétricas, forro de gesso, piso e demais locais.

O Fórum Eleitoral de Patos foi entregue no dia 03 de abril de 2006, mas logo após o recebimento definitivo a obra apresentou, segundo o processo judicial, diversos defeitos. Devido ao risco por problemas já relatados, toda a instalação passou a funcionar em prédio alugado na Rua Vidal de Negreiros, Bairro Jardim Califórnia. Até agora não se foi apresentada nenhuma solução definitiva para a grave questão. Quem saiu no prejuízo mais uma vez foram os cofres públicos.

 Em outro caso, a Empresa MK Construções Ltda foi acusada pelo reitor da Universidade Federal de Campina Grande – UFCG, Thompson Mariz, em recente visita para atender os protestos realizados por estudantes do curso de odontologia, de estar falida. Para Delmarcos Lino, líder estudantil universitário, a situação é bem mais grave. “A empresa recebeu recursos da UFCG para a construção da clínica de odontologia e não fez. A empresa construiu vários prédios no Campus da UFCG em Patos. A biblioteca já apresenta problemas visíveis na sua estrutura. Quem vai pagar por isso?”, confessou Delmarcos.

 Os casos expostos reforçam o ditado popular que diz: “O barato sai caro”. Muitas empresas que vencem licitações públicas por terem preços mais em conta terminam causando prejuízos incalculáveis não só materiais, mas também morais.

Jozivan Antero, Patos 

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