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sexta-feira, 1 de julho de 2022

Declaração de guerra não intimidou os estudantes e escolas seguem ocupadas

Estudantes trancam a Marginal Tietê contra o fechamento de escolas
Estudantes trancam a Marginal Tietê contra o fechamento de escolas


O movimento paulista de ocupação de escolas em defesa da educação e contra o fechamento proposto pelo governador Geraldo Alckmin (PSDB) não para de crescer. No final de semana, a secretaria estadual de educação reuniu quase todos os gerentes regionais de ensino e vários diretores de escolas e deflagrou uma ‘guerra contra as ocupações’. Nada disso intimidou o movimento que realizou durante essa semana vários atos de rua e novas ocupações.

As principais estratégias utilizadas pelos gestores para despejar os estudantes ocupados foram a de se utilizar de capangas armados e policiais à paisana e fardados para intimidar os estudantes, convocar pais de alunos organizados pelo PSDB para pressionar nas escolas e pressionar o poder judiciário a emitir mandatos de reintegração contra os estudantes.

O movimento respondeu com o tracamento de várias vias importantes na capital e na região metropolitana de São Paulo além da ocupação das direções regionais de ensino e de novas escolas. Já são quase 300 escolas ocupadas neste momento em todo o estado de São Paulo.

A palavra de ordem de Ocupar e Resistir até o governo recuar da decisão de fechamento das escolas está presente em todas as ocupações e é grande a determinação do movimento.

Da Redação, São Paulo

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