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quarta-feira, 24 de abril de 2024

Militantes da UJR aumentam suas vendas individuais de jornais em brigadas

A decisão de ampliar a venda de jornais não foi espontânea, foi planejada dias antes, fruto da emulação sentida pela militância ao ver o desenvolvimento contínuo do trabalho.

Redação PA


JUVENTUDE – Há dois meses, o Estado do Pará implementou o “Prêmio Manoel Aleixo”, destinado a emular a militância na participação das Brigadas Nacionais, premiando quem tiver a maior venda de jornais em brigadas nas duas quinzenas. A iniciativa é acompanhada de inúmeros debates nos coletivos, e o resultado é sentido a cada nova brigada, com o aumento na participação da militância da União da Juventude Rebelião e da Unidade Popular.

Nas últimas brigadas, os destaques foram os militantes da UJR Tasso Aguiar, que vendeu 50 exemplares, e Clara Nogueira, que vendeu 33 exemplares.

A decisão de ampliar a venda de jornais não foi espontânea, foi planejada dias antes, fruto da emulação sentida pela militância ao ver o desenvolvimento contínuo do trabalho. Assim, prepararem-se com antecedência para realizar as conversas com melhor qualidade e cobrir todos os pontos de brigada de Belém: Mercado do Ver-o-Peso, Praça do Operário, Mercado de São Brás e Hangar – Centro de Convenções.

“Ser um brigadista é ter a consciência que você está apresentando um jornal transformador para o nosso povo. Saber disso faz com que possamos ter algo além do ímpeto, que é a disciplina, para seguir divulgando nossa linha política. Decidi vender 50 jornais pois fui emulado pelos meus camaradas que são exemplos nas agitações. Após conseguir, vi o quanto é fundamental ousar cada vez mais. Me sinto fortalecido também porque escutei diversos trabalhadores afirmando que acreditam num futuro em que possamos viver dignamente!”, relata Tasso.

Clara conta sua relação com o jornal a partir do que ele representa para a classe trabalhadora: “Pra mim é uma experiência extraordinária vender o jornal A Verdade. É uma obrigação como militante da UJR que eu levo com muita leveza de fazer. A gente se coloca de frente com a classe trabalhadora que tanto sofre com esse sistema. Nosso jornal não apenas expõe a verdade, como indica quem é realmente responsável por todas as mazelas da sociedade, cumpre esse dever essencial de conscientização do nosso povo e é uma mídia construída justamente por nós, estudantes e trabalhadores”.

A nossa prática reflete a nossa consciência, expõe o que sentimos pela nossa organização e reafirma nossas decisões. Torna-se ainda mais importante quando essa prática conduz ao fortalecimento da luta popular por uma nova sociedade.

Matéria publicada na edição nº 277 do Jornal A Verdade.

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