UM JORNAL DOS TRABALHADORES NA LUTA PELO SOCIALISMO

terça-feira, 9 de agosto de 2022

MOSTRANDO RESULTADOS PARA:

Bolsonaro reforça ameaça golpista a embaixadores

Bolsonaro realiza reunião com embaixadores estrangeiros para anunciar golpe. TSE pede "basta" ao autoritarismo. Organizações políticas e parlamentares reagem e afirmam necessidade de ir...

Fim de semana é marcado por mobilizações contra o golpe de Bolsonaro

Fim de semana registrou manifestações contra o golpe em dezenas de cidades. Primeiro ato foi convocado pelas organizações da Articulação Povo na Rua. Em...

Governo vende Eletrobras e conta de luz vai aumentar

Governo Bolsonaro vende controle acionário da Eletrobras. Empresa de energia agora será propriedade de capitalistas brasileiros e estrangeiros. Privatização aumentará a conta de luz...

Golpismo de Bolsonaro é repudiado pelo povo organizado

Este 07 de setembro foi marcado pelos atos do Grito dos Excluídos e pelos atos golpistas convocados por Jair Bolsonaro e a extrema-direita. A diferença fundamental entre estas duas ações? Na primeira, o povo organizado em luta pela vida, pela democracia e pelo Fora Bolsonaro. Na segunda, as elites econômicas e o próprio governo financiando setores fascistas em prol de mais um golpe de Estado.

Com medo das manifestações populares, militares ameaçam golpe

Manifestações populares e escândalos expõem envolvimento de militares em corrupção. Forças Armadas repetiram ameaças golpistas contra o parlamento e a população durante a última...

No Peru, candidata da direita derrotada tenta dar golpe

Resultado final da apuração das eleições presidenciais no Peru saiu na última terça (15). A apuração confirmou a vitória de Pedro Castillo, o candidato de esquerda. A candidata de extrema-direita derrotada, Keiko Fujimori, tenta organizar um golpe para impedir a posse do presidente eleito. Milhares de pessoas marcham a Lima contra tapetão eleitoral.

Governo Bolsonaro se esfacela e fascistas buscam decretar estado de sítio

Frente a essa situação, é necessário se preparar para ocupar as ruas esta semana, especialmente nos dias 31 de março e 1 de abril, combatendo as intenções golpistas e denunciando a data que marca o golpe militar. O estado de alerta e a mobilização popular são as únicas formas de barrar os golpistas e impedir a representação fictícia de uma apoio popular que esses genocidas nunca tiveram.

Esquerda vence eleições na Bolívia

Desde que Jeanine Añez e as milícias fascistas tomaram o poder no golpe de novembro de 2019 a Bolívia tem passado por uma profunda crise econômica. O desemprego aumentou e o governo começou a aplicar a cartilha neoliberal defendida pela Embaixada dos EUA, que deu amplo apoio ao movimento golpista. Na pandemia, além de superfaturar itens de saúde, o governo golpista impôs uma gestão desastrosa que levou à morte de 8,4 mil pessoas. Nas grandes cidades, as milícias fascistas organizadas por apoiadores de Camacho e Añez começaram a perseguir militantes de esquerda. Mas, mesmo nesse quadro, os trabalhadores da cidade e do campo na Bolívia não pararam sua mobilização. Foram meses com greves, bloqueios de estradas mobilizações sociais reivindicando a saída do governo golpista. Nas eleições deste dia 18 isso se refletiu com um comparecimento acima dos 80%, o que pode ter consolidado a virtual vitória de Arce.

A tentativa de intervenção do imperialismo em Belarus

Nos regimes instaurados por meio “das armas e a sorte dos outros”, o filósofo Maquiavel comenta que “estes se sustentam simplesmente graças à vontade e à sorte de quem lhes concedeu o Estado”.

Ameaça de golpe na Ufersa

Por Hafael Thor Macêdo Ferreira MOSSORÓ/RN - A democracia nas universidades federais segue sendo atacada pela política fascista de Jair Bolsonaro (sem partido) e seus...

O necessário enfrentamento ao fascismo

Existe entre muitos companheiros da esquerda e de setores da pequena burguesia medo da atual ameaça fascista. Encaram e consideram essas ameaças golpistas exatamente como os fascistas querem: como uma coisa que já está definida, restando apenas um pretexto para acontecer. Pecam, dessa forma, por não confiar nas massas para enfrentar e derrotar o fascismo.

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