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CARTA | “Superfaturamento de hospitais de campanha”

ENVIE SUA CARTA – O Jornal A Verdade também é construído com as cartas e opiniões da classe trabalhadora. (Foto: Jornal A Verdade)

“Humanizar, ser verdadeiramente humano nesse país se faz necessário onde vemos o povo sendo ameaçado por um poder autoritário e fascista.”
Regina Franco

MOGI DAS CRUZES (SP) – Como leitora do jornal A Verdade, venho expressar minha opinião sobre o que vem acontecendo com os hospitais de campanha. O que tenho visto são milhões de reais desviados, manutenção inadequada, representantes de estados e municípios (entre eles, Átila Jacomussi, o prefeito de Mauá) sendo investigados, enfim, uma verdadeira desavença  com o dinheiro do povo.

No Rio de Janeiro, muitos hospitais construídos já deveriam funcionar, salvando a vida de milhares de pessoas, mas a polêmica que toma os jornais é o provável impeachment do governador Wilson Witzel. Esse é um assunto que vai tomar e já toma tempo dos noticiários, mesmo que o que esteja em jogo no país seja a vida da população e uma pandemia, que já “infectou” o sistema de saúde pública e criou a “pandemia da política”, um verdadeiro descaso com o ser humano e com a sociedade em geral.

Eu também acredito que muito desse dinheiro superfaturado poderia atender nossos enfermeiros e médicos, sendo gastos em EPIs, respiradores, equipamentos de tratamento para os pacientes ali isolados.

Toda essa situação me faz crer que também poderíamos estar usando as escolas fechadas, universidades fechadas, onde não estão tendo aulas nem tendo administração interna, esses espaços poderiam auxiliar também no combate ao coronavírus, estaríamos investindo mais em material hospitalar e aposentos para médicos e demais trabalhadores que as vezes passam mais de 48 horas dentro de um hospital. Precisamos pensar em nossos médicos, pensar que eles têm direito a um descanso merecido em um local adequado para repouso.

Humanizar, ser verdadeiramente humano nesse país se faz necessário onde vemos o povo sendo ameaçado por um poder autoritário e fascista.

Temos, sim, um problema sério a resolver, mas o que estou vendo são representantes de um governo totalmente à deriva por medidas impopulares. Esta doença que nos afeta todos os dias tem nome e sobrenome: Jair Messias Bolsonaro.

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