UM JORNAL DOS TRABALHADORES NA LUTA PELO SOCIALISMO

sábado, 13 de agosto de 2022

MOSTRANDO RESULTADOS PARA:

Carta • O papel dos núcleos para mudar a vida de todos

Já somos o partido e os movimentos que mais crescem desde antes do início da pandemia, se crescemos é por que cada um e cada uma que se aproxima acredita que pode mudar a sua vida e a vida de seus iguais, são trabalhadores, lutadores prontos para mais uma batalha.

Carta | “Caminhamos para a vitória, porque apenas a vitória nos apetece”

A frustração é concessão de uma indignação que só sente quem sabe que as coisas precisam mudar. Se há espaço para a derrota, há também para a vitória. E é por ela que continuaremos lutando incansavelmente.

Carta | “Estado e socialismo: uma contradição e um caminho”

O liberalismo falha diariamente, foi responsável pela escravidão, por genocídios, guerras e hoje recebemos a notícia que o governo ultraliberal de Jair Bolsonaro foi responsável pela morte de 2.286 pessoas em apenas um dia, isso porque um sistema baseado na individualização e na anarquia, jamais será capaz de prosperar.

Carta | “Moradia: um sonho distante do trabalhador”

A cada dia aumenta ainda mais o número de desempregados e moradores de rua, e ainda há a demanda por moradia. Gente que não tem o que comer ou onde morar, sem o mínimo para ao menos sobreviver. Concentração de renda é o maior pecado praticado pelo capital, que joga o pobre proletariado nas garras da miséria, do trabalho escravo.

“Temos nossa pedra preciosa que é o SUS

“Temos nossa pedra preciosa que é o Sistema Único de Saúde (SUS), temos nossos profissionais que incansavelmente se dedicam dias e noites por todos nós. Eu agradeço a todos eles por serem tão dedicados.”

Carta | “O Norte morre sem luz, sem oxigênio, sem dignidade”

“Genocidas que agem unicamente de forma verborrágica, viram de suas poltronas Manaus ter 187 pessoas no dia de ontem (14), sufocados, sem ar. Alas inteiras, como no antigo Grão-Pará pouco tempo antes da Cabanagem, onde um barco chamado Palhaço com 256 indígenas, negros, pobres em geral morreram sufocados.”

Carta | “Nenhum corpo com deficiência pode ser livre dentro sistema capitalista!”

“O capacistismo é um dos modus operandi da estrutura de exploração do capitalismo, por isso para pensar e atuar em uma luta que acabe com o capacitismo é necessário pensar também uma luta anticapitalista.”

Carta | “Enquanto Bolsonaro não faz nada, trabalhadores combatem a crise”

Cabe aos trabalhadores, além de continuar sua organização pautada na solidariedade de classe, para combater o avanço da fome e da miséria, impulsionar cada vez mais as lutas em defesa de um salário digno e de direitos sociais.

Carta | “ETEC Jaraguá: a história de uma ocupação”

O ano de 2016 foi um marco da história do movimento estudantil brasileiro, sobretudo o secundarista: o governo Alckmin em São Paulo e sua política nefasta para a educação pública foram alvos de uma série de levantes nas escolas básicas e técnicas que, tanto nas salas de aula como nas ruas, ergueram a voz para dar um basta em tamanha precarização. A Ocupação das ETECs foi um dos principais movimentos daquele período e ajudou a formar centenas de militantes do movimento estudantil, como este que vos escreve. Ocultado e distorcido pela grande mídia, apagado da memória oficial das próprias escolas, muito da história sobre esses levantes acabou ficando só nos registros dos próprios estudantes que tiveram suas vidas marcadas por tais lutas.

Carta | “Trabalhador, está na hora de virar o jogo!”

A realidade em que vivem os trabalhadores e trabalhadoras terceirizados, como a dona Maria e a dona Rosa, é de sonegação de direitos por parte dos patrões. Desde o não cumprimento do depósito do fundo de garantia à falta de pagamento de rescisão, atraso de salários, atraso ou falta do pagamento do 13º, dificuldade para tirar férias (há casos de trabalhadores que ficam até cinco anos sem férias) e, por fim, demissão injusta e injustificável.

Carta | “Como conheci a União da Juventude Rebelião”

Nasci no ABC paulista, especificamente em São Bernardo do Campo. A história da minha região é de luta: resistimos à ditadura militar, à prisão política do ex-presidente Lula e seguimos resistindo ao governo fascista de Jair Bolsonaro. Entretanto, o Estado burguês se esforça para apagar nosso legado e despolitizar a vida dos jovens da região e do Brasil inteiro. Sabendo disso, a UJR promove colagens e pichações nos muros pelo país, instigando a revolta da nossa juventude e denunciado o governo que favorece apenas uma minoria rica.

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