UM JORNAL DOS TRABALHADORES NA LUTA PELO SOCIALISMO

sexta-feira, 19 de abril de 2024

MOSTRANDO RESULTADOS PARA:

Política econômica de Bolsonaro faz inflação disparar

Na cidade de São Paulo, o percentual de comprometimento da renda chega a 62,85%. O pacote de arroz de cinco quilos, que há dois anos custava em torno de R$ 12,00, em janeiro estava sendo vendido por R$ 24,02, de acordo com o Procon-SP.

Política econômica aprofunda recessão e prepara novas crises

A bolha financeira que vai se formando na bolsa de valores não é sinal de recuperação. É, ao contrário, a preparação para a próxima crise. Uma crise que a política de Bolsonaro e Guedes não apenas alimenta como também reduz os mecanismos para enfrentá-la.

Brasil é o quinto país no mundo que mais perde em impostos não pagos por milionários

Distante de passar pela justa aposentadoria de trabalhadores assalariados que passaram a vida contribuindo ao Estado brasileiro, as respostas para o problema fiscal no país, portanto, devem pautar a efetiva tributação dos resultados de grandes corporações e o caráter progressivo da taxação para aliviar o peso da carga tributária à população mais pobre. Porém os esforços para tal nunca partirão de decisões políticas de governos associados ao poder econômico.

Riqueza concentrada por bilionários bate recorde e chega a 10,2 trilhões de dólares

Mesmo com capitalistas batendo recordes de lucros, estimativas de organismos internacionais, como o Banco Mundial, indicam que a pandemia da Covid-19 deve levar 150 milhões à extrema pobreza até 2021.

O neoliberalismo não trouxe nenhuma modernização

Assim como tudo o que é sólido desmancha no ar, o neoliberalismo e sua falaciosa modernização devastam subjetividades e economias por onde passam. Palco de experimentos fracassados, a América Latina sofre os efeitos desse discurso que ao propagar a modernização, na verdade reforça sua servidão em relação aos países centrais.

Neoliberalismo: o individualismo como modelo econômico e social

Com o acirramento da luta de classes, com o estado burguês dominado pelos fascistas, cabe a todos que sonham por um mundo melhor buscar uma unidade coletiva em nome do poder popular e do socialismo.

O impacto da desindustrialização sobre as engenharias no Brasil

João Camali e Jady Oliveira SÃO BERNARDO DO CAMPO (SP) – De acordo com a Confederação Nacional da Indústria (CNI), em 2014, 58% dos engenheiros...

Por que os aparelhos não duram como antes?

A luta em defesa do meio ambiente precisa estar intrinsecamente ligada à luta por uma nova sociedade. Uma sociedade organizada não pelo interesse de alguns, mas pelas necessidades da maioria. A mesma maioria que produz tudo o que hoje garante a fortuna de parasitas que propõem um projeto de destruição ao mundo. As mãos dos trabalhadores é a única ferramenta capaz de colocar em prática a sociedade socialista, de homens e mulheres livres da miséria e morte. Produzimos e destruímos muito, nossa natureza é finita e isso é indiscutível. A finalidade da geração de produtos não pode ser mais a produção de lixo e geração de lucro, deve ser a emancipação do povo produzindo produtos que estejam diretamente ligados às necessidades da população e melhoria da qualidade de vida, culminando em uma sociedade justa e igualitária.

O monopólio da rede Mercado Livre

O Mercado Livre é mais um exemplo do funcionamento do sistema capitalista e da ideologia da internet democrática, que vende a ilusão do livre mercado, da meritocracia, além da ampla concorrência. Mas que na prática ocorre a concentração de capital e consolidação dos monopólios sem nenhum controle do Estado. Processo que leva a um aumento dos lucros, a uma maior acumulação, ao desemprego e à precarização do trabalho. Seja fechando os pequenos comércios, fechando postos de trabalho, lucrando com a exploração dos entregadores, lucrando com juros abusivos a compradores e vendedores, o Mercado Livre representa um sistema em que um pequeno grupo de pessoas ficam cada vez mais ricos às custas da miséria de grande parte da população.

Manaus, de Paris a Detroit dos trópicos

Manaus é refém do modelo da Zona Franca, não podendo sair desse sistema sem sofrer grandes reveses. Nós, enquanto defensores do proletariado, devemos defender a indústria manauara não do jeito que ela é, mas uma indústria necessária para atender as necessidades e desejos da classe trabalhadora, que não prejudique o meio ambiente e que seja capaz de oferecer novas tecnologias necessárias para o avanço da sociedade.

O Estado-empresa ou o direito como mercadoria: crítica à Reforma Administrativa

Essa reforma não pretende resolver os problemas da administração pública, o objetivo é outro, é garantir os interesses de uma minoria exploradora que faz do Estado seu balcão de negócios. “Modernizar” e “adequar” aos moldes do neoliberalismo, em outras palavras: enriquecer mais o rico e empobrecer mais o pobre.

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