UM JORNAL DOS TRABALHADORES NA LUTA PELO SOCIALISMO

domingo, 6 de abril de 2025

MOSTRANDO RESULTADOS PARA:

Mulheres trabalhadoras são discriminadas pelo Governo

Dona Vânia é faxineira. Durante o período inicial da pandemia, perdeu as faxinas, se inscreveu no auxílio da Caixa, mas não conseguiu receber. Elza também trabalha como cuidadora. Como não tem emprego fixo, vive de bicos, que também sumiram com a pandemia. Mas o auxílio para ela também foi negado. A Caixa lhe deu como justificativa que ela tinha sido candidata nas últimas eleições. Precisou entrar na Justiça para conseguir o benefício.

Movimento de Mulheres Olga Benario realiza plenária nacional virtual

Entre as pautas discutidas, foi destacada a necessidade de as militantes cuidarem de sua saúde psicológica, física, emocional e ideológica. Sobre as questões organizativas, a direção do Movimento lançará dois materiais para aprofundar a formação política das militantes: uma cartilha de organização e o 1º Caderno de Formação Política, com textos marxistas que analisam as condições de vida das mulheres trabalhadoras.

A resistência quilombola em Cabo Frio

A valorização de uma história de luta é fundamental para construir um processo para pôr fim à opressão que o capitalismo impõe a todos aqueles que são passíveis de exploração. Não é interessante para o capital que existam pessoas mantendo uma vida autossustentável dentro de um assentamento ou quilombo, mas sim que essas pessoas percam seus territórios para os latifundiários e se integrem à massa de trabalhadores superexplorados.

Movimento de Luta nos Bairros organiza luta por moradia em Natal

Enfrentando a pandemia, a falta de assistência e os ataques do Governo Bolsonaro, o povo segue se organizando para poder sobreviver. Nos bairros pobres cresce a solidariedade enquanto os ricos só pensam em lucrar. O Movimento de Lutas nos Bairros, Vilas e Favelas continua organizando famílias do Brasil inteiro, apontando que o caminho é a luta organizada e deixando claro que: enquanto morar for um privilégio, ocupar é um direito.

Fortalecer os núcleos de estudo e luta da União da Juventude Rebelião

Com 25 anos de história, a União da Juventude Rebelião (UJR) tem acumulado uma importante experiência, reúne jovens de vários estados do país, está presente na luta estudantil em centenas de entidades, amplia sua ação para os bairros pobres e os locais de trabalho e desenvolve campanhas políticas mais amplas, como a construção do partido Unidade Popular (UP). Entretanto, precisamos fortalecer nossa organização revolucionária para construir junto aos trabalhadores e o povo uma sociedade sem exploração e derrubar o governo fascista de Bolsonaro.

Solidariedade às famílias de Caruaru

Mais uma prova de que com dedicação, disciplina, planejamento e comprometimento é possível transformarmos a realidade, ainda que de forma limitada pelas circunstâncias. Também, para nós, ficou o aprendizado de que apenas coletivamente as coisas são palpáveis e realizáveis. Nessa jornada de solidariedade, tivemos o apoio também da União da Juventude Rebelião (UJR), que vem contribuindo para o processo de formação e promoção dos direitos da juventude na Uesc.

Ânima demite professores e precariza o ensino

Diversas instituições de ensino do Grupo Ânima anunciaram no mês de junho uma mudança na matriz curricular que entrará em vigor já no segundo semestre de 2020 e valerá para todos os estudantes até o sexto período. Tal alteração representa acelerar o sucateamento e o avanço do processo de mercantilização da educação. O modelo foi importado da Europa sem nenhuma participação democrática de professores e alunos na elaboração dessa nova matriz.

Carta | “A importância do acompanhamento psicológico”

Quando se trata da saúde de nossas mentes, devemos nos pautar pelos tratamentos que nos mantém fortes contra o adoecimento. Por isso, devemos procurar o acompanhamento psicológico adequado, profissional, pautando também a luta ativa contra o opressor sistema capitalismo.

Movimento Luta de Classes organiza curso para a classe trabalhadora

No curso, além das aulas, houve falas de diversos companheiros. Foram feitas discussões de como desenvolver nos sindicatos escolas do socialismo e pensar novas maneiras de trabalhar com as bases que não se sentem contempladas pelas lutas sindicais atuais, buscando formas de união entre os trabalhadores e sociedade.

As transformações do mundo do trabalho

O mundo do trabalho passa por grandes transformações. Isso acontece pela necessidade do capital de aumentar a taxa de lucros, cumprindo a tendência do sistema apontada por Karl Marx: o capitalismo tende ao aumento do custo do capital constante (máquinas, tecnologias) e a diminuição do custo do capital variável (mão de obra, pagamento aos trabalhadores). A chamada Revolução 4.0, com novas tecnologias de automação, incluindo a inteligência artificial robótica, confirmam a tese marxista.

Um mês de luta por justiça por Gabriel

Giovanne Gabriel desapareceu no dia 5 de junho, na periferia da grande Natal, onde morava, quando saiu de casa para ir até a casa de sua namorada, Município de Parnamirim. O corpo do jovem foi encontrado somente nove dias depois, em avançado estado de decomposição e com marcas de perfuração de arma de fogo na cabeça na comunidade Pau Brasil, em São José do Mipibu. No local o perito criminal afirmou que o jovem teria sido executado: “Ele foi encontrado com provável lesão causada por perfuração de arma de fogo na região do crânio”, disse.

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