UM JORNAL DOS TRABALHADORES NA LUTA PELO SOCIALISMO

sexta-feira, 27 de janeiro de 2023

MOSTRANDO RESULTADOS PARA:

Fascistas são contra a democracia e odeiam os comunistas

Luiz Falcão | Comitê Central do PCR Desde que o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) anunciou a vitória de Luiz Inácio Lula da Silva, do PT,...

Com diferença de dois milhões de votos, Lula (PT) derrotou candidato fascista

Luiz Falcão | Comitê Central do PCR “Só se pode vencer um inimigo mais forte retesando e utilizando todas as forças e aproveitando obrigatoriamente com...

Exército prendeu Bolsonaro por 15 dias em 1986

Luiz Falcão, Comitê Central do PCR EDITORIAL - Luis Maklouf Carvalho foi um dos jornalistas mais experientes e premiados do Brasil. Foi editor dos jornais...

As eleições de 2022 e a luta pela democracia e pelo socialismo

Confira o editorial do Jornal A Verdade nº 259 (1ª quinzena de outubro) com a análise dos resultados do primeiro turno e da campanha...

Generais fascistas transformam o Exército em fiscal da campanha de Bolsonaro

Da Redação EDITORIAL - Há muito que os trabalhadores e as trabalhadoras se perguntam o que as Forças Armadas fazem com os imensos recursos públicos...

33 milhões de brasileiros passam fome todos os dias

Fome ameaça mais da metade dos brasileiros. De cada dez famílias, seis enfrentam dificuldades para comer. Ao todo, são mais de 125 milhões de...

A vacina e a ganância capitalista

Todos os trabalhadores e trabalhadoras do mundo sofrem na pele essa opressão e exploração capitalista. Não sabem, entretanto, qual é a origem desses males e se é possível acabar com essa dor e miséria. Por isso, para obtermos a libertação, as novas e velhas gerações necessitam empreender com mais energia a agitação revolucionária em todo o mundo visando desenvolver rapidamente nas massas, a consciência da necessidade da revolução socialista. Como disse Lênin, é uma tarefa que tem enormes dificuldades, mas cada minuto dedicado a esse trabalho será recompensado “cravando o último prego no caixão da sociedade capitalista”.

Governo militar de Bolsonaro é o responsável pelo caos em Manaus

A pandemia da Covid-19 já matou 210 mil brasileiros e brasileiras.

O coveiro dos brasileiros e das nossas florestas

Verdade seja dita: no governo de Bolsonaro, 41 milhões de brasileiros querem trabalhar, mas não encontram emprego e a carne é tão cara que foi substituída pelo ovo. Também quatro em cada dez famílias brasileiras vivem com insuficiência alimentar, isto é, passam fome, constata o IBGE. Mesmo sabendo deste sofrimento do nosso povo, o amigo dos banqueiros e seus generais fascistas reduzem o valor do auxílio emergencial para R$300,00, valor que não compra nem uma cesta básica, e numa canetada exclui 5,7 milhões de desempregados do auxílio emergencial. Não bastasse, traidores da pátria que são, obedecem a todas as ordens dos EUA e da oligarquia financeira. Claro está, portanto, que ou Brasil se livra deste mal chamado Bolsonaro ou este mal continuará destruindo o Brasil.

Governo e patrões deixam mais de 40 milhões sem emprego

Dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) revelam que 40,9 milhões de pessoas querem trabalhar, mas não conseguem emprego. São homens, mulheres, jovens que precisam se alimentar, vestir, pagar luz, água, mas, mesmo colocando seus músculos, sua energia, sua inteligência e capacidade à venda no mercado, ouve que “não há vagas”. Os patrões, os banqueiros ficaram mais ricos durante a pandemia, mas negam emprego àqueles que só podem viver se tiverem um trabalho e receberem um salário.

Governo Bolsonaro: ricos ficam mais ricos e pobres ficam mais pobres

A pandemia da Covid-19 já matou 660 mil pessoas no mundo; até o final do ano, o número de mortos deve atingir um milhão, segundo o Instituto para Métricas e Avaliação de Saúde de Washington. A imensa maioria é gente humilde, pobres, imigrantes, desempregados, negros e idosos. No entanto, essa enorme tragédia em nada atinge a classe rica, os burgueses, aqueles que ganham milhões num só dia sem trabalhar. Com efeito, mesmo durante a pandemia, a fortuna dos bilionários cresceu em todos os países capitalistas. Nos Estados Unidos, enquanto 45,7 milhões de trabalhadores ficaram desempregados, a Americans For Tax Fariners (ATF) constatou que fortuna dos bilionários estadunidenses aumentou em 700 bilhões. Mark Zuckerberg, dono do Facebook e do Whatzapp, ficou 62% mais rico durante a pandemia, e agora acumula a fortuna de U$$ 88 bilhões. Jeff Bezos, dono da Amazon, atual homem mais rico do mundo, tinha U$$ 65 bilhões e atualmente US$ 179 bilhões, embora no seu país 160 mil pessoas tenham perdido suas vidas devido à Covid-19. Mais: as oito maiores empresas de alimentos e bebidas do mundo pagaram US$ 18 bilhões de lucros (dividendos) para seus acionistas nos cinco primeiros meses do ano.

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