UM JORNAL DOS TRABALHADORES NA LUTA PELO SOCIALISMO

segunda-feira, 15 de agosto de 2022

MOSTRANDO RESULTADOS PARA:

33 milhões de brasileiros passam fome todos os dias

Fome ameaça mais da metade dos brasileiros. De cada dez famílias, seis enfrentam dificuldades para comer. Ao todo, são mais de 125 milhões de...

A vacina e a ganância capitalista

Todos os trabalhadores e trabalhadoras do mundo sofrem na pele essa opressão e exploração capitalista. Não sabem, entretanto, qual é a origem desses males e se é possível acabar com essa dor e miséria. Por isso, para obtermos a libertação, as novas e velhas gerações necessitam empreender com mais energia a agitação revolucionária em todo o mundo visando desenvolver rapidamente nas massas, a consciência da necessidade da revolução socialista. Como disse Lênin, é uma tarefa que tem enormes dificuldades, mas cada minuto dedicado a esse trabalho será recompensado “cravando o último prego no caixão da sociedade capitalista”.

Governo militar de Bolsonaro é o responsável pelo caos em Manaus

A pandemia da Covid-19 já matou 210 mil brasileiros e brasileiras.

O coveiro dos brasileiros e das nossas florestas

Verdade seja dita: no governo de Bolsonaro, 41 milhões de brasileiros querem trabalhar, mas não encontram emprego e a carne é tão cara que foi substituída pelo ovo. Também quatro em cada dez famílias brasileiras vivem com insuficiência alimentar, isto é, passam fome, constata o IBGE. Mesmo sabendo deste sofrimento do nosso povo, o amigo dos banqueiros e seus generais fascistas reduzem o valor do auxílio emergencial para R$300,00, valor que não compra nem uma cesta básica, e numa canetada exclui 5,7 milhões de desempregados do auxílio emergencial. Não bastasse, traidores da pátria que são, obedecem a todas as ordens dos EUA e da oligarquia financeira. Claro está, portanto, que ou Brasil se livra deste mal chamado Bolsonaro ou este mal continuará destruindo o Brasil.

Governo e patrões deixam mais de 40 milhões sem emprego

Dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) revelam que 40,9 milhões de pessoas querem trabalhar, mas não conseguem emprego. São homens, mulheres, jovens que precisam se alimentar, vestir, pagar luz, água, mas, mesmo colocando seus músculos, sua energia, sua inteligência e capacidade à venda no mercado, ouve que “não há vagas”. Os patrões, os banqueiros ficaram mais ricos durante a pandemia, mas negam emprego àqueles que só podem viver se tiverem um trabalho e receberem um salário.

Governo Bolsonaro: ricos ficam mais ricos e pobres ficam mais pobres

A pandemia da Covid-19 já matou 660 mil pessoas no mundo; até o final do ano, o número de mortos deve atingir um milhão, segundo o Instituto para Métricas e Avaliação de Saúde de Washington. A imensa maioria é gente humilde, pobres, imigrantes, desempregados, negros e idosos. No entanto, essa enorme tragédia em nada atinge a classe rica, os burgueses, aqueles que ganham milhões num só dia sem trabalhar. Com efeito, mesmo durante a pandemia, a fortuna dos bilionários cresceu em todos os países capitalistas. Nos Estados Unidos, enquanto 45,7 milhões de trabalhadores ficaram desempregados, a Americans For Tax Fariners (ATF) constatou que fortuna dos bilionários estadunidenses aumentou em 700 bilhões. Mark Zuckerberg, dono do Facebook e do Whatzapp, ficou 62% mais rico durante a pandemia, e agora acumula a fortuna de U$$ 88 bilhões. Jeff Bezos, dono da Amazon, atual homem mais rico do mundo, tinha U$$ 65 bilhões e atualmente US$ 179 bilhões, embora no seu país 160 mil pessoas tenham perdido suas vidas devido à Covid-19. Mais: as oito maiores empresas de alimentos e bebidas do mundo pagaram US$ 18 bilhões de lucros (dividendos) para seus acionistas nos cinco primeiros meses do ano.

Paulo Lima, o Galo: “Um prato de comida diz muita coisa”

Paulo Lima, o Galo, trabalha para diversos aplicativos, como Ifood, Rappi e Uber. Fundador do Grupo Entregadores Antifascistas, Paulo se tonou ainda mais conhecido por ter feito vídeos que alcançaram milhares de pessoas na internet denunciando as precárias condições de trabalho de um entregador em meio à pandemia. Casado, pai de uma garotinha de três anos e morador da Zona Oeste de São Paulo, Paulo tem 31 anos e, em entrevista ao Jornal A Verdade, falou sobre sua luta para sobreviver na maior cidade do Brasil.

Só a mobilização popular garante o impeachment

O momento exige um forte e organizado movimento de massas, que vá às ruas e exija o impeachment de Jair Bolsonaro e todo o seu governo, convoque eleições e lute por um governo da classe trabalhadora, comprometido com os interesses da classe trabalhadora e dos pobres, acabe com o desemprego, defenda a soberania nacional reestatizando as empresas estatais privatizadas, decrete a moratória e auditoria da dívida pública, garanta a verdadeira liberdade de expressão e julgue e prenda os assassinos e torturadores da ditadura militar. Além disso, criar programas de emprego e renda, investimentos em educação e saúde públicas, em ciência e tecnologia e na cultura nacional, construa moradias populares, acabe com o agronegócio e a destruição do meio ambiente. São algumas das medidas a tomar. Derrotar as ameaças fascistas e os golpistas, avançar e preparar as condições para um governo popular e o Socialismo!

Governo protege banqueiros e deixa povo morrer de Covid-19 e desempregado

O presidente Jair Bolsonaro, autoproclamado PR, chamou de gripezinha o vírus da Covid-19 que já matou mais de 30 mil brasileiros. Até agosto, a Organização Mundial de Saúde (OMS) estima, infelizmente, que o número de mortes no Brasil pode atingir 90 mil. O PR teve três meses para evitar essa tragédia, mas preferiu fazer piadas.

Governo impede milhões de pessoas de receberem auxílio emergencial

Em janeiro deste ano, a Organização Mundial de Saúde (OMS) alertou todos os países sobre o novo coronavírus. Em 11 de março, a OMS decretou que o mundo estava vivendo a pandemia da Covid-19. Neste dia, o Brasil tinha somente 52 pessoas contaminadas pelo vírus.

Governos cortaram verbas da saúde para financiar bancos e monopólios capitalistas

A covid-19 já chegou a 205 países e colocou em confinamento mais de 3 bilhões de pessoas. Pesquisadores da Organização Mundial da Saúde (OMS) calculam que entre 12 e 42 milhões de pessoas possam morrer no planeta devido ao novo coronavírus.

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