Em resposta a uma pergunta da Agência Judaica de Notícias nos EUA, Joseph Stalin deu a seguinte declaração em relação ao antisemitismo:
O chauvinismo nacional e racial é um vestígio de costumes misantrópicos característicos do período do canibalismo. O antisemitismo, como uma forma extrema do chauvinismo racial, é o vestígio mais perigoso do canibalismo.
O antisemitismo é vantajoso para os exploradores como um para-raios, pois desvia os golpes destinados pelos trabalhadores ao capitalismo. O antisemitismo é perigoso para os trabalhadores como sendo um falso caminho que os tira do caminho correto e os leva para a selva. Os comunistas, portanto, como internacionalistas consequentes, só podem ser inimigos jurados e irreconciliáveis do antisemitismo.
Na União Soviética o antisemitismo é punível com a maior severidade da lei como um fenômeno profundamente hostil ao sistema soviético. Sob a lei da URSS antisemitas ativos são passíveis de pena de morte.
Joseph Stalin Fonte: Obras Completas de J. Stalin, vol. XIII
De acordo com pesquisa da Comissão Pastoral da Terra (CPT), com dados ainda incompletos de 2012, já se constataram 189 ocorrências de trabalho escravo no País, com a libertação de 2.723 trabalhadores. O número de trabalhadores resgatados aumentou 11% em relação ao ano anterior e ainda pode ser alterado para mais, já que os resultados definitivos só serão divulgados em fevereiro, pelo Ministério do Trabalho e Emprego.
Ficam à frente na lista das atividades com trabalho escravo as lavouras e canaviais: foram 646 trabalhadores libertados em 36 ocorrências, mas continuam aumentando as ocorrências de trabalho escravo em atividades não agrícolas: 25 casos em 2012, dos quais 16 apenas na construção civil, em nove Estados, com 627 trabalhadores resgatados.
Em 2012, o Pará voltou ao topo do ranking em todos os critérios: número de casos (50), número de trabalhadores envolvidos (1.244) e número de libertados (519). O Tocantins vem logo em seguida com 22 casos, 360 envolvidos e 321 libertados; vêm depois Minas Gerais (287 trabalhadores resgatados), Paraná (246), Goiás (201), Amazonas (171), Alagoas (110), Piauí (97), Rondônia (46), Santa Catarina (45), além de outros. No conjunto, verifica-se o resgate de trabalhadores em 20 Estados do País, o que demonstra que essa prática criminosa persiste de Norte a Sul, mesmo diante das ações de órgãos do governo e de organizações sociais que lutam pelo seu fim.
Alguns casos merecem destaque, por terem ocorrido em locais ligados à família da senadora Kátia Abreu (PSD-TO), onde o irmão, André Luiz de Castro Abreu, foi apontado pela Superintendência Regional de Trabalho e Emprego do Tocantins como coproprietário da fazenda Água Amarela (plantio de eucalipto e produção de carvão). Aí foram resgatados 56 trabalhadores. Em São Félix do Xingu (PA), foram libertados quatro trabalhadores na fazenda de parentes do banqueiro Daniel Dantas, cuja irmã, Verônica Dantas, e o ex-cunhado, Carlos Bernardo Torres Rodenburg, são proprietários da Agropecuária Santa Bárbara.
Por fim, vale relembrar a ação realizada em agosto de 2012 na fazenda de gado Alô Brasil, em Marabá (PA), que foi acompanhada por quatro deputados da CPI do Trabalho Escravo e resultou na libertação de oito trabalhadores. Na ocasião, o insuspeito deputado federal Giovanni Queiroz (PDT/PA), integrante da bancada ruralista (que costuma contestar a existência de trabalho escravo no País) considerou a situação “vergonhosa e constrangedora”.
Representantes do Movimento Luta de Classes (MLC) marcaram presença no ato realizado em Brasília contra a flexibilização dos direitos trabalhistas.
Numa grande tenda armada na Esplanada dos Ministérios, cerca de 800 trabalhadores e entidades vindas de 17 estados do Brasil participaram do ato contra o chamado ACE – Acordo Coletivo Especial e contra os ataques a aposentadoria. Várias lideranças sindicais fizeram críticas a possibilidade de adoção do ACE e suas consequencias para os trabalhadores. Na parte da tarde um grupo foi até a Câmara dos Deputados, acompanhada de diversas entidades, cobrar dos deputados o fim do fator previdenciário e defender as reivindicações históricas do movimento sindical.
O ACE é um projeto construído e defendido pelo Sindicato dos Metalúrgicos do ABC/SP, filiado a CUT, e pelas grandes empresas multinacionais como a Volksvagen e a Mercedes Benz, por exemplo.
Na verdade o ACE é uma proposta de conciliação de classes, retirada e flexibilização dos direitos, a proposta pretende que o negociado prevaleça sobre o legislado, ou seja, que os sindicatos possam fecharf acordos com as empresas que valham sobre os direitos contidos na Convenção Coletiva do Trabalho (CLT). Dessa forma, se aprovado este projeto, estariam legalizados acordos que, por exemplo, permitem a divisão das férias em mais de dois períodos; o pagamento parcelado do 13º salário, até mesmo em parcelas mensais; a ampliação do banco de horas sem limites; contratação temporária; a terceirização dentro das empresas sem nenhum limite, além de outras manobras. Assim, os sindicatos e os patrões negociariam com os direitos dos trabalhadores e não para melhorarem os mesmos.
“…infelizmente essa posição é defendida por um sindicato com uma historia de luta tão grande como o Sindicato dos Metalúrgicos do ABC paulista.
Principalmente numa conjuntura de crise do sistema capitalista no qual a metalurgía é um dos setores mais afetados, com ameaças e demissões em massa como, por exemplo, na GM, na Mercedes Benz e na ArceloMittal, com uma política de terceirização do trabalho, de péssimas condições de trabalho, segurança, arrocho salárial e mortes de trabalhadores. Quem está mais feliz com essa proposta são os patrões. É necessário e união de todos os sindicatos para barrar qualquer tentaiva de sacrifício aos trabalhadores”, declarou Leonardo Zegarra, presidente do Sindicato dos Metalúrgicos de Mário Campos, Brumadinho e Região.
Com a ofensiva patronal sobre os trabalhadores é dever de todo sindicato lutar pela regulamentação da Convenção 158, da Organização Internacional do Trabalho (OIT), que proíbe a dispensa imotivada, que seria garantia de emprego. Apresentadas como se fosse proposta dos trabalhadores, tanto o ACE quanto a proposta de substituição do Fator Previdenciário, em trâmite no Congresso, o Fator 85/95, são formas de retirada de direitos dos trabalhadores. Em 2013 é preciso unir forças e combater mais esse ataque do capital contra os trabalhadores. Não podemos permitir que isso seja aprovado.
Entre as iniciativas indicadas em Brasília durante as disucssões sobre o ACE está a de realização de uma marcha nacional que deverá ser convocada para a primeira quinzena de abril.
Mixagem intercalando as condenações dos EUA contra outros países (Síria, Líbia, Iran), e as cenas de guerra campal entre a polícia americana e o movimento Occupy Wall Street.
Mostrando que o governo dos EUA viola todas as coisas que eles cobram dos outros países, e fazem muito pior, são o país que mais faz guerra e que mais violam os direitos humanos no mundo.
Há sempre propaganda para manter o povo americano com medo de ataque.
Como todos os velhos filmes e jogos, vemos que os EUA estão sob ataque.
Foi o mesmo tipo de propaganda sionista feita para estabelecer o novo estado de Israel.
Eles sempre afirmam que estão sob ataque e opressão.
Então eles usam isso para legitimar tudo o que fazem de errado.
Trechos do DVD “Homenaje a Víctor Jara”, do grupo Quilapayún. O repertório deste concerto foi totalmente dedicado ao ex-integrante do grupo Victor Jara.
O desemprego oficial na Itália atingiu 11,2 por cento em dezembro de 2012, 1,8 pontos percentuais a mais do que no mesmo período de 2011, atingindo agora 2,87 milhões de pessoas, o pior registro desde o primeiro trimestre de 1999.
Os elementos foram divulgados sexta-feira pelo Instituto Nacional de Estatística (Istat). De acordo com os dados oficiais, de novembro para dezembro de 2012 o desemprego continuou a crescer, neste caso 0,1 por cento, apesar de as condições da época serem normalmente propícias à diminuição.
Em número de desempregados oficiais, 2,87 milhões em 31 de dezembro de 2012, esse valor representa um aumento de quatro mil pessoas em relação a novembro e um aumento de 19,7 por cento em comparação com dezembro de 2012.
O crescimento do desemprego juvenil, cidadãos com menos de 24 anos, é ainda mais acelerado na Itália. Atingiu em 31 de dezembro de 2012 o valor de 36,6 por cento, 4,9 pontos a mais do que no mesmo mês de 2011.
A taxa italiana oficial de desemprego é maior entre as mulheres, 12,1 por cento, do que entre os homens, 10,6 por cento.
O Jornal A Verdade promove evento em dois dias para celebrar os 70 anos da vitória soviética em Stalingrado, na batalha mais sangrenta da história e que foi o ponto de virada na II Guerra Mundial.
O primeiro dia será de exposições, intervenções e debate. No segundo dia será exibido o filme soviético A queda de Berlim (1949), nunca lançado no Brasil. As legendas para o português foram realizadas em 2011 pelo Centro Cultural Manoel Lisboa, e por ainda não estarem disponíveis na internet ou à venda esta é uma oportunidade única de assistir a este grande clássico, o qual mostra a guerra de uma perspectiva soviética, não-hollywoodiana.
Dias: 06 e 07 de fevereiro, às 19hs
Local: Affemg – Rua Sergipe, 893, Funcionários, Belo Horizonte, Minas Gerais
Sobre o filme A queda de Berlim
A queda de Berlim tem direção de Mikhail Chiaureli, e apresenta uma recriação soviética da II Guerra Mundial. O filme foi produzido num momento de extremo prestígio de Stalin para com o povo soviético e os trabalhadores de todo o mundo devido aos grandes avanços da URSS e da vitória sobre o nazismo.
O próprio Stalin trabalhou no roteiro deste filme, refinando os bastidores da guerra e sua própria participação.
Para sua produção nada foi poupado: foram usados 5 divisões de artilharia e de infantaria, 4 batalhões de tanques, 193 aviões e 45 troféus Panzer alemães, assim como 1,5 milhão de litros decombustível para encenar as batalhas panorâmicas.
A memorável recriação da Batalha de Berlim, alcançando seu clímax na encarniçada batalha sobre o Reichstag, impressionou até mesmo os críticos ocidentais devido ao seu intenso realismo e belo espetáculo.
Igualmente memorável é o retrato de Hitler e seu círculo interno apresentado no filme, cuja insensatez e intrigas acontecem em um ambiente que recria a grandiosidade da Chancelaria do Führer e da claustrofobia de seu bunker com uma intensidade surrealista.
Stalin, Kalinin, Churchill, Roosevelt e Goebbels, entre vários outros líderes, são interpretados por atores incrivelmente semelhantes em sua aparência física, o que reforça o realismo deste épico.
O ator que interpreta Stalin, Mikhail Gelovani, por exemplo, é um georgiano que vinha se especializando em interpretar o grande líder soviético desde 1930, e que ficou famoso pela precisão com que reproduzia seus gestos e seu sotaque georgiano.
Um enredo secundário é o romance entre Aliosha, um metalúrgico stakhanovista que deixa a fábrica para lutar na guerra, e Natasha, uma bela e jovem professora, que é capturada pelos nazistas.
Este filme foi oferecido como um presente a Stalin pelo seu septuagésimo aniversário. Foi visto em seu lançamento inicial por mais de 38 milhões de soviéticos e venceu todos os conceituados prêmios Stalin imagináveis. Sua trilha sonora ficou a cargo do famoso compositor soviético Shostakovich.
A queda de Berlim foi abruptamente retirado de circulação por Kruschev, durante as campanhas de “desestalinização” iniciadas em 1953, após a morte de Stalin.
Tendo recentemente ganhado os direitos sobre os negativos originais, a International Historical Films oferece este épico há tanto tempo censurado em uma versão digitalmente restaurada, com legendas em inglês. A presente tradução para o português foi realizada pelo Centro Cultural Manoel Lisboa.
Com medo da violência em São Paulo e do genocídio da juventude negra, pobre e periférica, moradores do Capão Redondo, na zona sul do estado, pedem ajuda à prefeitura.
Trabalhadores ligados ao movimento MLB (Movimento de luta nos Bairros, Vilas e Favelas) realizaram uma passeata pelas rua de Diadema para acelerar a prefeitura no andamento do processo da ocupação Lucélia Xavier.300 famílias aguardam há 2 anos resolução do processo.
Desde 2002, a Organização Internacional do Trabalho (OIT), reconheceu a data de 12 de junho como o Dia Mundial de Combate ao Trabalho Infantil, cuja iniciativa, em parceria com instituições governamentais brasileiras, tem propagado o ideal de fim do trabalho infantil. Vários programas governamentais de benefício foram então criados, a exemplo do mais recente “Brasil Carinhoso”, na tentativa de reduzir o trabalho infantil e incentivar as crianças a frequentarem a escola. Porém, o que se observa na realidade é o oposto.
O número de crianças entre 10 e 13 anos que trabalham aumentou, do ano de 2000 para 2010, de 699 mil para 710 mil, segundo dados oficiais do IBGE divulgados no final do ano passado. O acréscimo, de 1,5% em números absolutos, só demonstra a fragilidade existente nas políticas populistas dirigidas pela presidência da república, ditas de cunho social.
Além do dano à saúde causado pelas condições de trabalho, muitas vezes desumana, o trabalho infantil ainda é responsável pelo prejuízo da educação, causando inclusive o afastamento da criança da escola. Dos 710 mil ocupados de 10 a 13 anos, 90% realizam jornada dupla, trabalhando e estudando, enquanto 70,5 mil deles não estudam.
A situação atual reflete a política capitalista dos empregadores, que buscam a mão de obra infantil por ser mais barata e pela criança “reclamar menos”, segundo fala de um pesquisador da Organização das Nações Unidas (ONU). A busca cada vez maior por lucro leva os empregadores a deixar de lado questões sociais e humanitárias, reforçando as desigualdades, seja no campo ou na cidade.
Empresários, comerciantes e até políticos chegam a lucrar com o trabalho infantil. Isso se multiplica a cada dia por trás da mídia alienante que esconde os fatos. Assim, os dados do IBGE são transformados em algo superficial e numérico, pois, a triste realidade da vida desses meninos e meninas é muito mais que números. Mas, o que fazer para mudar essa situação catastrófica? Programas como o “Brasil carinhoso” podem amenizar a situação. Porém, é preciso mais que uma parca tentativa de distribuição de renda. A resposta é simples, embora seja algo que, o capitalismo não tem interesse algum em colocar em prática: Igualdade social irrestrita; educação de qualidade para todos, sem exceção e respeito ao ser humano antes de tudo. E quando isso será possível? Quando o socialismo invadir o mundo. E não está longe. Só assim a verdadeira educação transformará vidas e as pessoas serão respeitadas e terão seu valor para a sociedade, pois serão o que são e não o que têm ou podem dar de lucro.
Ludmila Outtes e Lene Correia, Recife Fontes: IBGE; Sites:brasil.gov.br; OIT(Organização Internacional do Trabalho)
Na noite de 4 de janeiro ocorreu a primeira chacina do ano em São Paulo, levando à morte de seis pessoas e deixando três feridas gravemente. O crime aconteceu em um bar na zona sul da capital paulista.
Entre os mortos estavam Laércio da Silva Grima, o Dj Lah, integrante do grupo Conexão do Morro, e o homem que filmou, em novembro, cinco policiais matando um servente de pedreiro que já estava rendido e desarmado.
O grupo integrado pelo Dj Lah aborda em suas composições o preconceito contra os moradores da periferia e a violência cometida por policiais. Um dos clipes do grupo, gravado no cemitério de São Luiz, na zona sul, tinha como refrão: “Saiam da mira dos tiras; são eles é quem forçam, são eles quem atiram; rezem para sobreviver.”
Segundo testemunhas, vários homens encapuzados desceram de três carros, gritaram “polícia” e começaram a atirar. Das seis vítimas fatais, cinco morreram na hora. Quando a PM chegou, os atiradores já haviam fugido e as vítimas que sobreviveram levadas para hospitais da região.
A ação foi idêntica a diversos crimes cometidos por grupos de extermínio que aterrorizam as periferias paulistas há décadas e que no ano passado chegou a números alarmantes. Em 2012, foram ao menos 15 chacinas em São Paulo.
Como bem denunciou recentemente um membro da Polícia Civil de São Paulo (veja “Relação da polícia com tráfico aumenta mortes em São Paulo”), “em cada batalhão tem um grupo de extermínio”. Esses grupos atuam para matar desafetos de políticos e empresários, controlar os mais variados crimes, como o tráfico de drogas, e através do medo manter a população calada.
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