UM JORNAL DOS TRABALHADORES NA LUTA PELO SOCIALISMO

terça-feira, 9 de agosto de 2022

MOSTRANDO RESULTADOS PARA:

Morador do Jacarezinho é morto pela PM, no Rio

Ontem (25), Jonatan Ribeiro da Silva, 18 anos, foi assassinado a tiros enquanto descansava sentado na calçada de uma das ruas do Jacarezinho, na...

Atos repudiam assassinato do imigrante Moïse Kabagambe

Atos contra o racismo e a xenofobia mobilizaram milhares de pessoas hoje no país. Manifestações ocorrem como reação ao assassinato brutal do imigrante congolês...

Policiais cometeram 38% dos homicídios no RJ em 2021

Dados do Instituto de Segurança Pública (ISP) revelam que de todos os homicídios cometidos no Rio de Janeiro entre janeiro e julho deste ano,...

Movimentos sociais se mobilizam em consulados do México por justiça a Tomás Martínez Pinacho

Redação Nacional INTERNACIONAL - Hoje (24), militantes de movimentos e organizações políticas e sociais se mobilizaram nos consulados do México pedindo justiça a Tomás Pinacho,...

Jovem grávida é assassinada pela PM no Rio

Um mês após a Chacina do Jacarezinho, Kathlen Romeu, de 24 anos, foi assassinada nesta terça (8). Segundo moradores, o tiro partiu de policiais...

Sem justiça, sem paz: três meses do assassinato de Guilherme na Vila Clara

Mais um jovem negro teve sua vida tirada pelas mãos da Polícia Militar em 14 de junho deste ano, nas ruas da Vila Clara, divisa da capital paulista com Diadema. Guilherme da Silva Guedes, 15 anos, foi sequestrado por dois policiais à paisana na frente da casa da avó. O jovem negro foi encontrado, horas depois, em Diadema, com dois tiros na cabeça e com muitas marcas de tortura. A comunidade se revoltou com a violência policial recorrente contra a juventude do bairro e iniciou protestos na região que resultaram em avenidas fechadas e ônibus incendiados por toda a semana.3, A Zona Sul de São Paulo é a região mais violenta da capital: registra 1 a cada 5 dos homicídios que acontecem na cidade. No primeiro semestre deste ano, a Polícia Militar de São Paulo matou 498 pessoas, equivalente à um terço do total de homicídios no estado. O Jornal A Verdade escutou dona Vera Lúcia Rodrigues, 52 anos, avó do Guilherme, moradora da Vila Clara, zona sul de São Paulo. Guilherme morava com ela.

Um mês de luta por justiça por Gabriel

Giovanne Gabriel desapareceu no dia 5 de junho, na periferia da grande Natal, onde morava, quando saiu de casa para ir até a casa de sua namorada, Município de Parnamirim. O corpo do jovem foi encontrado somente nove dias depois, em avançado estado de decomposição e com marcas de perfuração de arma de fogo na cabeça na comunidade Pau Brasil, em São José do Mipibu. No local o perito criminal afirmou que o jovem teria sido executado: “Ele foi encontrado com provável lesão causada por perfuração de arma de fogo na região do crânio”, disse.

Periferias de São Paulo protestam contra o assassinato de mais um jovem pela Polícia Militar

Por fim, devemos lembrar que o direito é burguês e apoia os latifundiários, é ferramenta essencial na segregação sócio-espacial. Isso fortalece uma classe dominante que utiliza de seus meios de coerção, como a força policial, para reprimir a população mais pobre com o objetivo de continuarem sem acesso a condições de existência dignas e para que as centenas de opressores lucrem com o sangue derramado de milhares e milhões de trabalhadores. O levante popular contra o genocídio dos negros e periféricos está acontecendo ao redor do Brasil e deve ser alimentado, divulgado e fomentado como fonte de esperança para a verdadeira mudança que o país precisa, que é o poder popular.

Centenas nas ruas querem justiça por Gabriel

No dia 5 de junho, o jovem Giovanne Gabriel de Souza Gomes, de apenas 18 anos, negro e morador do bairro Guarapes, periferia da cidade, desapareceu.

Revolta popular eclode após assassinato de trabalhador negro pela polícia nos EUA

Felipe Annunziata Rio de Janeiro MINNEAPOLIS/EUA - A cidade de Minneapolis, nos EUA, vive desde de terça uma revolta popular por conta do assassinato do caminhoneiro...

Dois anos sem Marielle e nenhum minuto de silêncio

Giovanna Almeida, Rio de Janeiro Ontem (14) se completaram dois anos da execução brutal de Marielle e Anderson. São 732 dias sem resposta sobre esse...

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