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Especial: 54 anos do PCR

SURGIMENTO DO PARTIDO COMUNISTA REVOLUCIONÁRIO (PCR)

No especial em comemoração aos 54 anos de fundação do PCR será disponibilizada uma seleção de filmes e textos que contam a história do Partido e seus heróis. O primeiro é o “Surgimento do Partido Comunista Revolucionário”, um texto de Amaro Luiz de Carvalho, fundador do PCR.

O texto faz uma análise da necessidade histórica da classe operária em ter uma organização e critica como outros partidos caíram no revisionismo e se tornaram contrários aos ideais do proletariado. O PCR nasceu de um profundo debate ideológico e orgânico, com quadros comprometidos a lutar contra as atrocidades da ditadura e do capitalismo.

 ARQUIVOS: Surgimento do Partido Comunista Revolucionário – Formatado

 

FILME 

 MANOEL LISBOAHERÓI DA RESISTÊNCIA À DITADURA

Por meio de entrevistas inéditas, o documentário narra a vida e a luta de Manoel Lisboa de Moura, fundador e principal dirigente do PCR. 

Protagonista da resistência à ditadura e da luta pelo socialismo, exemplo de conduta revolucionária em todos os dias de sua militância, inclusive, nos seus últimos momentos, sob cruéis torturas, sem nada informar aos torturadores. 

O documentário foi dirigido por Carlos Pronzato, cineasta argentino radicado no Brasil, autor de dezenas de documentários, entre os quais sobre Che Guevara, Carlos Marighella e Escola toma Partido. 

 LINK DO FILME NO YOUTUBE: 

 

POR QUE O PARTIDO COMUNISTA REVOLUCIONÁRIO

Indicamos também a leitura de parte da Resolução do 3º Congresso “O PCR e a Revolução Brasileira”, realizado em agosto de 2003. 

Por que o Partido Comunista Revolucionário trata sobre a necessidade histórica de um partido revolucionário (a vanguarda da classe operária organizada política e ideologicamente) para a vitória da revolução socialista. Mostra que toda a experiência do movimento operário revolucionário conduziu para essa necessidade histórica, já presente nos escritos de Marx e Engels. Porém, foi Lênin quem aprofundou essa posição de que para o triunfo da revolução socialista era necessário, antes de qualquer coisa, “a construção de um partido revolucionário e inteiramente contrário aos partidos revisionistas da II Internacional”. 

O texto apresenta os princípios fundamentais de organização do partido como o “centralismo democrático, ou seja, a disciplina igual para todos os seus membros; subordinação da minoria à maioria; eleições democráticas para todos os seus órgãos de estatutos únicos”, etc. fazendo uma defesa desses princípios atacados pela burguesia e pelos reformistas. Coloca também que a base ideológica e política do partido é o marxismo-leninismo. 

Por essa necessidade histórica, na conjuntura em que se encontrava o Brasil em 1966 e graças à luta e à dedicação do camarada Manoel Lisboa de Moura e muitos outros revolucionários, o PCR foi construído. O Partido Comunista Revolucionário é o partido político revolucionário da classe operária brasileira e seu principal destacamento de luta pelo socialismo. 

“Logo, só com um partido que prepare o proletariado e as massas populares para os combates contra a burguesia, à classe operária pode vencer os exploradores e fazer triunfar a causa da revolução socialista e da ditadura do proletariado.” 

 ARQUIVOS Por que o Partido Comunista Revolucionário – formatado 

 

FILME 

EMMANUEL BEZERRA DOS SANTOS

“Meus soldados não se rendem, o grande dia chegará” 

O vídeo sobre Emanuel Bezerra dos Santos, militante do Partido Comunista revolucionário (PCR) e poeta, demostra a importância que esse companheiro foi para o partido e como permanece seu exemplo vivo para toda a militância. Foi uma grande liderança estudantil no Rio Grande do Norte. 

Emanuel foi morto pela ditadura militar brasileira na década de 70, e apenas muitos anos depois, em 1992 seus restos mortais foram encontrados e levados de volta para o Rio Grande do Norte. 

Morreu defendendo e lutando por uma pátria livre e socialista, sofreu com as piores torturas, mas resistiu para que o PCR continuasse vivo, sua memória estará presente em todos que lutam contra o capitalismo e suas opressões. 

 LINK DO FILME NO YOUTUBE: 

 

 

DECLARO-ME MARXISTA LENINISTA 

Depoimento de Manoel Lisboa de Moura quando preso em 1965 mostra como se construiu, em um momento de forte disputa ideológica no seio da sociedade, do pontos de vista de um revolucionário, que vendo a fundo os problemas gerados pelo sistema capitalista não podia se ver participando de uma organização revisionista e precisava romper completamente com as cadeias capitalistas de dominação social, para conseguir vislumbrar os horizontes de uma nova sociedade, sociedade essa que só seria conquistada com muita luta e com um partido revolucionário, capaz de forjar por si só suas ferramentas de comunicação com a classe que deve tomar o poder, o proletariado. 

Recife, 16 de agosto de 1965  

(Depoimento de Manoel Lisboa de Moura, quando de sua prisão em 1965) 

ARQUIVOS Declaro-me Marxista-Leninista – Formatado

 

A CONSTRUÇÃO DO PCR: BALANÇO E PERSPECTIVAS 

Trecho do informe do Comitê Central ao 5º Congresso do Partido Comunista Revolucionário – PCR, realizado em dezembro de 2013, em São Paulo, logo após as jornadas de Junho. Faz uma análise do surgimento do PCR, seu desenvolvimento e desafios. Criado em plena ditadura foi se temperando em luta contra o fascismo. O informe relata o papel que tiveram os heróis do partido e a nova geração de quadros que mantiveram hasteada a bandeira do PCR. 

Um processo de intensa formação de novos quadros e uma crescente agitação entre as massas, possibilitaram o partido permanecer vivo, crescer e se fortalecer. 

ARQUIVOS: A CONSTRUÇÃO DO PCR – BALANÇO E PERSPECTIVAS – formatado

 

MANOEL LISBOA, UM GRANDE EXEMPLO A SEGUIR NA LUTA POR UM BRASIL SOCIALISTA 

Edival Nunes Cajá

 Artigo de Edival Nunes Cajá, presidente do Centro Cultural Manoel Lisboa e membro do Comitê Central do PCR, publicado no livro A vida do comunista Manoel Lisboa – 2ª edição – 2008 – Pág. 37 a 53. Narra quando ingressou no partido e suas experiências em contato com Manoel Lisboa suas primeiras impressões.  

Descreve a vida do PCR entre as décadas de 60 e 70 em plena ditadura, o primeiro congresso dos militantes estudantis do partido, os seus jornais A LUTA, LUTA OPERÁRIA, LUTA ESTUDANTIL e a revista teórica LUTA IDEOLÓGICA. Destacando várias ações realizadas durante a ditadura, em especial o ousado assalto ao novo Parque da Aeronáutica, O quartel foi efetivamente tomado com a apenas cinco homens. Do ponto de vista militar a operação foi um sucesso, um êxito total. 

Um relato emocionante da conduta de vida de Manoel Lisboa e sua profunda convicção científica onde liderou o partido e teve uma postura heroica diante das mais terríveis torturas. 

 ARQUIVOS: Manoel Lisboa, um grande exemplo a seguir na luta por um Brasil socialista – formatado

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