UM JORNAL DOS TRABALHADORES NA LUTA PELO SOCIALISMO

segunda-feira, 15 de agosto de 2022

MOSTRANDO RESULTADOS PARA:

História e atualidade do dia 20 de novembro

O Dia da Consciência Negra e o racismo são deturpados nas escolas, meios de comunicação e nas chamadas redes sociais que omitem que foi a população negra a vanguarda da superação da escravidão.

Quem tem direito ao futuro?

É urgente a mobilização dos movimentos sociais e das organizações populares em volta da pauta da garantia dos direitos dos moradores das favelas e, sobretudo, das crianças das comunidades.

Familiares denunciam assassinato de jovem no Rio de Janeiro

Para a manutenção da opressão sobre o povo trabalhador interessa também esta divisão em territórios, dominados por diferentes grupos. Mas, é necessária a reflexão das moradoras e moradores de favelas de que são todas e todos iguais na divisão de classe e que a união e organização são a única saída para evitar mais tragédias como esta.

Ato em Maceió denuncia tortura racista dentro de supermercado

A União da Juventude Rebelião (UJR), numa ação conjunta com diversos movimentos sociais, estudantis e partidos políticos atuantes em Alagoas, promoveu, no dia 28 de novembro, um ato antirracista em frente ao supermercado GBarbosa, unidade do bairro Tabuleiro do Martins, em Maceió. A atividade teve como objetivo exigir justiça para o jovem negro de 19 anos que, ao entrar no supermercado para comprar um celular, na semana anterior, foi conduzido pela segurança da loja até uma sala, espancado e torturado.

Mobilização antirrascista nas ruas de Garanhuns (PE)

A militância da Unidade Popular, Movimento de Mulheres Olga Benario, União da Juventude Rebelião (UJR) e Coletivo Comuna LGBT realizou a agitação com a distribuição de panfletos, conversa com a população e colagem, pedindo também justiça por João Alberto Silveira Freitas, trabalhador covardemente assassinado por seguranças de uma loja do Carrefour no Rio Grande do Sul.

O bumba-meu-boi e a resistência cultural no Maranhão

A brincadeira do boi é muito popular no Brasil, podendo ser encontrada nas mais diversas regiões do país e sendo diferente de região para região. No Maranhão, a brincadeira é caracterizada por pertencer às festas juninas, com especial devoção a São Pedro, São João e São Marçal, em nome dos quais, em boa parte dos grupos, o boi é sacrificado como forma de se pagar uma promessa. Em seu mito de origem, é popularmente conhecida a narrativa sobre uma negra chamada Catirina que, durante a gravidez, sentiu o desejo de comer a língua de um boi da fazenda em que seu marido, Pai Francisco, trabalhava. Como o boi não resistiu a ter sua língua arrancada e morreu, o dono da fazenda ordenou que Pai Francisco o curasse, o que foi feito com a ajuda de pajés indígenas.

O nascimento do Jazz: expressão cultural viva de um povo

O Jazz, enquanto gênero musical e fenômeno social, se forjou no seio da classe trabalhadora norte-americana nos confins do século XIX, a partir, principalmente, de alguns pilares culturais fundamentais.

UP é o partido com o maior número de candidatos negros

Em sua primeira eleição, a Unidade Popular terá 69,9% de seus candidatos e candidatas negros. Num país marcado pelo racismo e a exclusão do povo negro dos espaços de poder, esse dado não é qualquer coisa.

Sem justiça, sem paz: três meses do assassinato de Guilherme na Vila Clara

Mais um jovem negro teve sua vida tirada pelas mãos da Polícia Militar em 14 de junho deste ano, nas ruas da Vila Clara, divisa da capital paulista com Diadema. Guilherme da Silva Guedes, 15 anos, foi sequestrado por dois policiais à paisana na frente da casa da avó. O jovem negro foi encontrado, horas depois, em Diadema, com dois tiros na cabeça e com muitas marcas de tortura. A comunidade se revoltou com a violência policial recorrente contra a juventude do bairro e iniciou protestos na região que resultaram em avenidas fechadas e ônibus incendiados por toda a semana.3, A Zona Sul de São Paulo é a região mais violenta da capital: registra 1 a cada 5 dos homicídios que acontecem na cidade. No primeiro semestre deste ano, a Polícia Militar de São Paulo matou 498 pessoas, equivalente à um terço do total de homicídios no estado. O Jornal A Verdade escutou dona Vera Lúcia Rodrigues, 52 anos, avó do Guilherme, moradora da Vila Clara, zona sul de São Paulo. Guilherme morava com ela.

“O trabalho da Polícia Militar é garantir a paz de uma classe enquanto extermina a outra”

Foram 435 pessoas mortas pela Polícia Militar em serviço neste ano contra 358 do ano passado. Também cresceu o número de vítimas de policiais militares de folga. Em 2019, foram 56 e agora são 63.

A presença de Chadwick Boseman segue na luta antirracista

Boseman era um homem negro trabalhando doente pra aproveitar boas oportunidades que surgiram para gerar suporte e novas possibilidades para sua família. Busca de dignidade, vida confortável e de deixar legado. A fama e a grana não o eximiu da luta como homem negro "comum".

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