Na cabeça da lista, elaborada entre 176 países, figura a Finlândia, enquanto a República Democrática del Congo está em último lugar. Nas Américas, Argentina, Costa Rica, México e Chile são os primeiros depois de Cuba, enquanto Honduras, Paraguai, Guatemala e Haití possuem o pior registro. Venezuela está em 66º lugar.
Cuba é o melhor país da América Latina para a maternidade e o 33º do mundo, segundo um índice da organização Save the Children. Os Estados Unidos estão em 30º lugar, abaixo de países com menos ingresos.
À frente desta lista figura a Finlândia enquanto o Congo é o pior lugar do mundo para ser mãe, destaca a agência Efe.
Esta Ong com sede en Londres leva em conta fatores como o bem-estar, a saúde, a educação e a situação económica das mães assim como a taxa de mortalidade infantil e materna.
Quanto a América Latina e Caribe, Cuba aparece no posto 33 à frente da Argentina (36), Costa Rica (41), México (49) e Chile (51), em contraste com Haiti clasificado em 164º. Também em postos relativamente baixos estão Honduras (111), Paraguai (114) e Guatemala (128). Venezuela está em 66º.
“Se bem que tenham conseguido enormes avanços na América Latina, podemos fazer mais para salvar e melhorar a vida de milhjões de mães e bebês recém-nascidos que se encontram na maior situação de pobreza”.
O Índice de Risco do Dia do Parto, elaborado pela primeia vez, revela que 18 % de todas as mortes de crianças menores de 5 anos na América Latina ocorrem durante o dia de nascimento. As principais causas são nascimentos prematuros, infecções graves e complicações durante o parto.
No Brasil, Peru, México e Nicarágua “foram feitos os maiores progressos”.
1. A promulgação da lei 9.478, de 1997, foi um dos mais execráveis atos antinacionais praticados por FHC, na linha das mega-negociatas da privatização.
2. Ela permite leiloar o petróleo para as empresas estrangeiras, dando-lhes o direito de dispor dele para exportá-lo.
3. Ademais, instituiu a Agência Nacional de Petróleo, a qual, desde sua criação, favorece as transnacionais, inclusive licitando mais depósitos de petróleo do que a Petrobrás, que os descobriu, tem interesse em explorar a curto e médio prazo. Esta já foi também impedida de adquirir blocos licitados.
4. A ANP promoveu, sob governos petistas, maior número de rodadas que sob os do PSDB. Agora, está chegando à 11ª rodada, na qual, abriu, nos leilões, quantidade enorme de áreas para exploração, como sempre, arbitrariamente e sem controle da sociedade.
5. Esse é mais um desmentido dos fatos quanto à pretensa natureza democrática do regime político, em que as eleições são movidas a dinheiro e influenciadas por TVs e outras mídias que sempre propugnaram a entrega do mercado e dos recursos naturais do País a empresas estrangeiras, até com dados falsos e argumentos distorcidos.
6. Como apontam competentes técnicos, inclusive o ex-diretor de energia e gás da Petrobrás, Eng. Ildo Sauer, o governo joga uma cortina de fumaça para a população, pondo os royalties no foco das discussões, quando a grande questão é licitar 289 blocos de exploração, sem sequer saber o valor deles.
7. Diz Sauer: “Os royalties não passam de 15% do valor total gerado pelo petróleo nacional, e as entidades representativas da sociedade devem defender a estatização e o controle público do pré-sal e toda a cadeia petroleira do Brasil.”
8. Os royalties foram o tema dominante durante a tramitação no Congresso da lei 12.351/2010, que regula o pré-sal. E, na realidade, essa lei dá tais “compensações” às petroleiras mundiais, que o que fica no Brasil é bem inferior a 15%.
9. O foco nos royalties, além de insensato, acirra disputas entre Estados, provocando rachaduras no pacto federativo. Governadores e parlamentares brigam por migalhas, em vez de buscarem a revogação da Lei Kandir, a qual isenta as exportações do ICMS.
10. Aos que ignoram ser o Brasil um país ocupado – ou, no mínimo, que o governo se comporta como se fosse – vale lembrar que, nos anos 50 do Século XX, o Xá do Irã, considerado fantoche do império, fez acordo com as grandes petroleiras anglo-americanas, passando a receber 50% das receitas da exploração.
11. O Eng. Paulo Metri mencionou declarações da Diretora-Geral da ANP em que esta declara esperar a descoberta 19,1 bilhões de barris de petróleo nos 289 blocos. Ele lembra que esse petróleo será exportado e pergunta: “quem definiu que a exportação, seguindo a lei 9.478, é a melhor opção para a sociedade brasileira?”
12. Metri: “o porquê de tanta agressividade autoritária e decisão antissocial está relacionado com o fato de que a desinformação do povo é imensa, os governantes não esperam nenhuma reação, e os brasileiros serão respeitados somente quando mostrarem estar informados e revoltados com as decisões antissociais.”
13. Ele aponta que a ANP só convida para suas audiências, realizadas em locais fechados e guardados, os representantes das empresas interessadas. Nada de povo, nem de gente que o represente.
14. Sauer: “É uma grande irresponsabilidade o Governo organizar outra rodada desta mesma maneira, considerando ainda o momento de valorização do óleo existente nos blocos.”
15. E: “Tenho informações seguras, do Consulado americano, de que Dilma sempre defendeu os interesses do capital financeiro. Quando secretária no Rio Grande do Sul, seu nome sempre esteve ligado às privatizações. Inclusive, o Governo vem criando empresas extremamente lucrativas financiadas pelo endividamento público, coordenadas pelo BNDES.”
16. A prioridade do Brasil é reindustrializar-se e renacionalizar sua indústria, com ênfase nos setores de maior valor agregado e intensidade tecnológica, fazendo que empresas nacionais, em competição, se capacitem para absorver tecnologias desenvolvidas no exterior e para desenvolver suas próprias. Claro que isso só é possível com política industrial bem diversa da atual.
17. Apostar na exportação de produtos primários, a errada trilha que o Brasil está seguindo (com o agronegócio e minérios brutos ou em baixo grau de processamento), tornando-se também grande exportador de petróleo, é entrar no caminho da Venezuela no Século XX, quando se formou ali a estrutura econômica menos diversificada e mais dependente da América do Sul, até para alimentos.
18. Não tem base real a propalada falta de recursos da Petrobrás para investir no abastecimento interno, nem carece ela de tecnologia para explorar em águas profundas.
19. Nem há necessidade de exportar petróleo, até porque este – como outros minerais que o Brasil permite exportar – deveria ser preservado para épocas mais próximas a 2050, a partir de quando se projeta, em âmbito mundial, escassez da oferta em relação à procura.
Biomassa
20. Importante seria reformular a produção de combustíveis de origem vegetal. Se o fizesse a sério, o Brasil teria ganhos fantásticos em todos estes campos: 1) econômico-financeiro; 2) social; 3) tecnológico: 4) ecológico; 5) estratégico.
21. Essa produção, ao contrário de prejudicar a de alimentos, deve ser associada a esta. De fato, o cultivo associado de plantas alimentares e de criação de animais propicia excelente sinergia com a do álcool e a do óleo vegetal, porquanto os subprodutos das plantas necessárias aos combustíveis são insumos na produção de alimentos, e vice-versa.
22 As usinas de álcool e as processadoras de óleo devem ser de pequeno e de médio porte, sendo o combustível usado local e regionalmente: poupa-se a viagem da cana, em caminhões, gastando mais energia, por grandes distâncias, até as destilarias, e outro tanto do etanol, na volta.
23. Com descentralização e desconcentração, emprega-se mais mão de obra e eleva-se a produtividade desta e seus rendimentos, trazendo benefícios sociais junto com os econômicos. Também, segurança no abastecimento de energia e no de alimentos.
24. Esse modelo afasta as distorções das atuais plantations de cana-de-açúcar e das grandes usinas. Em relação aos óleos – cuja produção é hoje intencionalmente mal planejada e dá resultados pífios – ele permitirá aproveitar as plantas de alta produtividade.
25. Entre essas, o dendê na Amazônia e no trópico úmido, em geral. Macaúba, copaíba e pinhão manso na maior parte do Leste e do Centro-Oeste. Até no semi-árido do Nordeste, há plantas excelentes para a produção de óleos. Com dendê produz-se mais de 6 mil litros/hectare/ano, enquanto com soja, não mais de 400 litros.
26. Esse potencial, precisa, para ser bem aproveitado, de investimentos muito mais modestos que os destinados ao petróleo, e possibilita ao Brasil tornar-se, num período de cinco a dez anos, maior produtor de combustíveis líquidos que a Arábia Saudita, como dizia o Prof. Bautista Vidal.
27. Não há problema algum em dispensar ou adaptar os motores de veículos para o diesel de petróleo. É viável e econômico fabricar, em série, motores para os óleos vegetais, mesmo porque o “biodiesel” envolve a desesterificação dos óleos, ou seja, a extração da glicerina, a qual, queimada pelos motores apropriados, eleva o teor da energia aproveitada.
28. O programa de biomassa gera, portanto, benefícios tecnológicos na fabricação de máquinas para o cultivo e processamento das plantas e para a associada produção de alimentos, na melhoria das espécies vegetais e na indústria de motores, em que o Brasil ganharia escala, ficando imbatível em preços e qualidade.
29. Há, ainda, ganhos notáveis do ponto de vista ecológico. É falaciosa a campanha de que o desmatamento de áreas na Amazônia e outras causaria danos ao ambiente.
30. A área necessária para a produção de energia de biomassa, em grande escala, é modesta fração da desperdiçada em pastagens para exportar gado e exportar carne barata. É menor que a empregada na soja (esta usa 50% das terras usadas pela agricultura), para exportar farelo destinado a gado, porcos e galinhas no exterior.
31. Tudo isso traz muito mais danos ambientais e menos ganhos dos que os que adviriam da produção de biomassa. Não têm base científica as estórias das fundações financiadas por grandes petroleiras mundiais – as maiores poluidoras do Planeta – , porquanto as plantas só retiram óxido de carbono da atmosfera quando estão crescendo, pois é isso que elas comem.
32. Florestas já formadas em nada contribuem para a melhora do ambiente. O grande produtor de oxigênio não são as florestas existentes, mas, sim, os oceanos, na realidade, agredidos pela poluente indústria do petróleo: terríveis vazamentos de óleo negro nas embocaduras de grandes rios, nos mares na exploração costeira e das plataformas continentais, ademais dos naufrágios de gigantescos petroleiros.
33. E que tal a imensa massa de plásticos não biodegradáveis, provenientes do petróleo, acumulada sobre os mares e oceanos?
34. Por fim, atente-se para a segurança nacional. Um país que não tem como defender suas águas territoriais, não deveria engajar-se no petróleo antes de aparelhar a marinha e a aviação militares. Para tanto, tem de, antes, desenvolver a indústria nacional, pois ela nem sequer fabrica os chips para os mísseis e demais equipamentos.
O Jornal A Verdade reproduz abaixo denúncia do MLB (Movimento de Luta nos Bairros, Vilas e Favelas) sobre a questão da moradia no município de Diadema, São Paulo
Mais de 400 famílias do MLB lutam há vários anos pelo seu direito de morar dignamente e no fim de 2012 conquistaram a desapropriação de um terreno na rua Apóstolo Pedro, no Hamuad. Foram muitas lutas, mobilizações e um grande trabalho, que hoje vem sendo desrespeitado pela atual administração de Diadema e pelo secretário de Habitação Sr. Eduardo Monteiro.
Isso porque, a nova gestão da prefeitura e o novo secretário de Habitação paralisaram o projeto habitacional sem dar nenhuma justificativa para as famílias. Pior, agiram com inverdades e mentiras, pois enquanto afirmaram em várias reuniões realizadas que iriam acelerar o processo, por baixo dos panos solicitaram ao juiz o adiamento da vistoria judicial, inviabilizando a continuidade da desapropriação.
Mesmo estando esperando por mais de 4 anos pela nossa moradia, nós do MLB estamos buscando, desde o início do ano, todas as formas resolver esta situação através do diálogo. Reunimo-nos duas vezes com o Secretário de Habitação, solicitamos reunião com o Prefeito, denunciamos a situação na imprensa e na Câmara, mas nada foi ouvido e continuamos sendo ignorados em nosso direito a morar dignamente.
É um absurdo esta postura de descaso com a habitação popular, de desrespeito a centenas de famílias que não tem onde morar e que são homens e mulheres trabalhadores de nossa cidade que deveriam ser atendidos pelo prefeito e não serem humilhados diante de seu sofrimento e de seus filhos. Nada justifica, a não ser uma postura intransigente e arrogante com o povo, se negar a concluir um projeto que irá melhorar nossa cidade e resolver o problema de habitação de centenas de trabalhadores pobres.
Basta!
Exigimos que a prefeitura cumpra seu papel, pois é obrigação dos governantes resolverem os problemas do povo. Não vamos admitir sermos humilhados e termos nosso direito roubado, exigimos a imediata vistoria e desapropriação do terreno da Rua Apóstolo Pedro!
A direção do Sindicato dos Radialistas do Rio de Janeiro repudia as mais de 100 (cem) demissões de funcionários da Record Novela (RECNOV), ocorridas no dia 2 de maio.
Apesar do alto índice de crescimento divulgado pela Record em todo país, ela vem implantando uma política de demissões em massa.
O Sindicato reitera sua posição em defesa dos Radialistas e lamenta a atitude tomada pela direção da empresa, que chegou ao Rio de Janeiro com a proposta de ampliar o mercado de trabalho.
Por último, destacamos que o Sindicato dos Radialistas/RJ, estará ao lado de todos os trabalhadores e fará de tudo para que a empresa cumpra com os direitos trabalhistas dos Radialistas demitidos.
Dois dias após dezenas de prisões havidas durante as manifestações de 1º de Maio no Estado de Oaxaca, México, as polícias estadual e municipal voltaram a atacar os manifestantes que se encontravam acampados nas instalações da Procuradoria Geral de Justiça do Estado, na Cidade Administrativa, exigindo a libertação dos presos políticos. Foram presos arbitrariamente Citlali Orea Santiago e os dirigentes, Florentino López Martínez, Presidente Nacional da Frente Popular Revolucionaria (FPR), e o professor Germán Mendoza Nube, dirigente histórico e fundador da organização, que apesar de sua condição física e de encontrar-se em cadeira de rodas, foi brutalmente espancado pelos covardes elementos da AEI, pretendendo com isso quebrar sua indomável força e têmpera comunista.
Com a agressão aos manifestantes e a detenção de três dos principais dirigentes da FPR, o governo de Gabino Cué Monteagudo confirma sua posição de classe e seu reacionarismo a serviço do governo do PRI, revelando à opinião pública não ser um governo “democrático e de mudança” conforme se declarava e rompendo de fato com o movimento sindical e popular oaxaquenho.
Ainda está bem viva para o povo de Oaxaca e de todo o México a violenta repressão sofrida pelos trabalhadores daquela região, em 2006/2007, que acabou em mortes, assassinatos e centenas de detenções, mas, também, com um levante popular que interrompeu a escalada de violencia,marcando mais uma página na história de resistencia e luta pelos seus direitos do povo mexicano. As intenções, agora, não se mostram muito diferentes daqueles dias. O governo prepara uma nova ofensiva contra a classe operária, o magistério, os povos e as organizações sociais que manifestam repúdio às Reformas Estruturais do Regime, aos megaprojetos de extorsão e saque em mãos do imperialismo e da repressão e ao terrorismo de estado.
Esta nova ofensiva da reação e do fascismo em Oaxaca tem claros objetivos em curto prazo, d acordo com a FPR:
A desarticulação do processo da Frente Única de Luta que vem se gestando entre o magistério do SNTE-CNTE, os sindicatos do FUSION, os povos que lutam contra os megaprojetos mineiros e eólicos, os coletivos libertários, as organizações sociais e as ONG´S.
A criminalização do protesto social e sua satanização midiática a fim de justificar uma repressão maciça de terríveis proporções, gerando um novo banho de sangue como em 2006-2007; assim o confirmam a repressão ao movimento popular em Álvaro Obregón, Juchitan, Oaxaca, São José do Progresso, etc.
A repressão seletiva, assim como a detenção, desaparecimento e extermínio físico dos líderes do povo, dos sindicatos democráticos e das organizações revolucionárias; esperando com isso desatar o terror e gerar dispersão entre as forças populares.
A imposição a todo custo das Reformas Estruturais, dos megaprojetos e demais políticas antioperárias e antipopulares, a fim de aniquilar por completo os direitos sociais e as conquistas trabalhistas que os povos e os trabalhadores obtiveram com suas lutas.
Frente à imediata resposta promovida pela FPR, com ações de massa exigindo a libertação dos 20 presos do dia 1º de Maio, os camaradas Citlali Areja Santiago, Florentino López Martínez e Germán Mendoza Nube foram liberados.
No entanto, a repressão por parte da polícia estadual e da AEI continua em Tehuantepec, onde militantes estão sendo perseguidos pelo regime. A direção da FPR já informou que não retrocederá até ver todos os presos políticos de 1° de Maio libertados, tampouco abaixará as bandeiras nem tolerará mais agressões contra a FPR, nem contra o conjunto do movimento sindical e popular e, com o intuito de fortalecer a luta, trabalha junto com as outras organizações em luta pela constituição da Frente Única de Luta, em 11 de Maio, em Oaxaca.
De acordo com a FPR, é necessário redobrar os esforços para a construção da Frente Única de Luta em Oaxaca, sair às ruas contra os inimigos do povo, fortalecendo o processo de unidade em nível nacional até obter a conformação da Frente Única de Todo o Povo, que derrube o regime burguês e instaure um Governo Provisório Revolucionário de Operários e Camponeses Pobres, que convoque uma Assembléia Nacional Constituinte, para discutir, aprovar e promulgar uma Nova Constituição a serviço do povo e que construa uma República Democrática Popular Antiimperialista e Antifascista.
Representando o Comitê Pernambucano pela Verdade, Memória e Justiça, o presidente do Centro Cultural Manoel Lisboa de Pernambuco, Edival Nunes Cajá, falando durante instalação da Comissão da Verdade dos Jornalistas Paraibanos (03.05.13).
Projeto Minha Casa, Minha Vida está parado na cidade que têm um déficit habitacional de mais de 20 mil moradias
No terreno situado ao lado do novo estádio de futebol de Diadema, no bairro do Inamar zona sul da cidade, mais de 300 famílias iniciaram a ocupação Lucinéia Xavier do Movimento de Luta nos Bairros, Vilas e Favelas nas primeiras horas do dia 05 de maio.
São famílias que estão fartas de esperar e já não têm condições de pagar os valores absurdos de aluguel que estão sempre em alta na região. Em Diadema, em virtude da especulação imobiliária, o preço do aluguel de um quarto e banheiro chega a custar R$ 400,00. O aumento do custo de vida e os baixos salários estão fazendo com que mais e mais famílias vivam na rua. É preciso que uma política de habitação verdadeiramente popular vire realidade nesta cidade.
As famílias organizadas pelo MLB têm um longo histórico de lutas. Desde 2008, a partir de um duro processo de ocupações e sensibilização do poder público, iniciou-se a desapropriação de um terreno para garantir moradia às famílias do movimento. A atual administração municipal vem, no entanto, usando de vários instrumentos burocráticos para atrasar o efetivo início da construção, de maneira que este ano nada de concreto foi feito.
Sem outra alternativa e diante do desespero que é o despejo forçado, homens, mulheres e crianças ocuparam um terreno que há anos está abandonado e que apenas serve para a especulação com objetivo de reivindicar:
– Implantação efetiva do projeto Minha Casa, Minha Vida na cidade com o objetivo de atender, prioritariamente, as famílias com renda de 0 a 3 salários mínimos, principais afetadas pela falta de moradia.
– Desapropriação imediata do terreno de interesse social situado na Avenida Apóstolo Pedro, Bairro do Inamar, com o cumprimento de TODOS os requisitos burocráticos para tanto.
– Inclusão imediata de todas as famílias do MLB, que há anos estão cadastradas na prefeitura, no programa de aluguel social.
Convidamos todo o povo de Diadema a participar desta luta e promover a solidariedade à ocupação Lucinéia Xavier. Queremos uma cidade melhor para todos. Com igualdade, moradia, emprego e segurança. Viva a luta popular!
Cordenação do Movimento de Luta nos Bairros, Vilas e Favelas – MLB
Ocupação Lucinéia Xavier – Av. Nossa Sra dos Navegantes (Ao lado do estádio municipal). Contatos: Carol – (011) 98454,0407
A corte americana finalmente aprovou nesta sexta-feira (3) uma moção que permitirá a René González cumprir o restante de seus 3 anos em Cuba, após o que ele poderá obviamente permanecer no país, fora da jurisdição da corte. Até este momento a corte havia requerido que ele passasse este período numa localidade não divulgada na Flórida, praticamente em regime de reclusão, devido ao perigo de vida que corria por estar próximo aos terroristas cujas ações ele e os outros membros do Cinco Cubanos ajudaram a desvendar.
René está em Cuba faz duas semanas para participar das cerimônias do funeral de seu pai Cándido, que morreu recentemente. Phil Horowiz, advogado de René, disse que ambos estão felizes que René “poderá voltar a sua família.”
A ordem judicial de 7 páginas, emitida pelo juiz Joan Lenard (você pode visualiza-la clicando neste link) descreve os requerimentos para o seu direito de permanecer em Cuba. O principal requerimento é que ele renuncie à sua cidadania, o que ele voluntariamente já havia oferecido fazer (René tinha dupla cidadania, cubana-estadunidense). Para renunciar à cidadania estadunidense deve-se estar fora dos EUA, de acordo com uma lei federal do país.
Esta grande conquista é um alento e uma inspiração a todos os solidários aos Cinco Cubanos para que continuem na luta de forma que Gerardo, Ramín, Antonio e Fernando possam também retornar para casa imediatamente!
A vice-ministra da Educação de Cuba, Cira Piñero, apresentou nesta sexta-feira (3) um relatório que aponta que 99% dos alunos da escola primária dão continuidade aos estudos na escola secundária.
Este número é ainda superior ao total de alunos que avaliam positivamente o curso primário, que chega a 98,1%.
A retenção escolar quase total em Cuba é resultado de um trabalho sistemático para manter e elevar a qualidade da educação, anunciaram autoridades do setor em La Habana.
Na inauguração de um seminário nacional do Ministério da Educação (Mined) para planejar o curso 2013-2014, a titular da pasta, Ena Escla Velázquez, considerou que os esforços devem se intensificar com o objetivo de continuar avançando na formação das novas gerações.
Neste sentido, “é importante persistir no estudo sistemático, no trabalho, na ordem, na disciplina, na organização e na exigência”, afirmou.
O presidente da Bolívia, Evo Morales, determinou a suspensão das atividades e a expulsão dos integrantes da Agência dos Estados Unidos para o Desenvolvimento Internacional (cuja sigla em inglês é Usaid). Morales acusa a organização de ingerência política nos sindicatos de camponeses e entidades sociais, além de conspiração contra o governo. Ele admitiu que a decisão é também uma resposta aos Estados Unidos, que consideram a América Latina como quintal.
A agência atuava no país há 40 anos, desenvolvendo projetos em vários setores sociais, como saúde e meio ambiente. “Decidimos expulsar a Usaid da Bolívia, que saia a Usaid da Bolívia, peço ao irmão chanceler [David Choquehuanca] que comunique imediatamente à Embaixada dos Estados Unidos”, disse o presidente no discurso do Dia do Trabalhador.
“Seguramente pensaram que aqui se poderia manipular politicamente e economicamente [os bolivianos], mas esses são tempos passados”, acrescentou Morales. Ele reiterou que o objetivo é manter relações de igualdade entre a Bolívia e os Estados Unidos, usando uma expressão em espanhol de “você para você”. Segundo o presidente, não há mais espaço para a mentalidade de dominação.
“Seremos um pequeno país, mas igual, e merecemos respeito. A expulsão da Usaid é também um protesto ao chanceler [John Kerry], que disse que a América Latina é um quintal dos Estados Unidos”, disse Morales.
Peter Brabeck-Letmathe, um empresário austríaco que é presidente do grupo Nestlé desde 2005, afirma que é necessário privatizar o fornecimento da água. Isso para que nós, como sociedade, tomemos consciência de sua importância e acabássemos com o subpreço que se produz na atualidade.
Palavras sujas que provocaram estupor, sobretudo quando se tem em conta que a Nestlé é a líder mundial na venda de água engarrafada. Um setor que representa 8% de seu capital, que em 2011 totalizaram aproximadamente 68,5 bilhões de euros.
Pero Brabeker junta essa a outras críticas para destacar que o fato de muitas pessoas terem a percepção de que a água é gratuita faz com que em várias ocasiões não lhes deem valor e a desperdicem. Assim sustenta que os governos devem garantir que cada pessoa disponha de 5 litros de água diária para beber e outros 25 litros para sua higiene pessoal, mas que o resto do consumo teria que gerido segundo critérios empresariais.
Apesar das rejeições que sua posição provoca, faz tempo que ele defende, sem cerimônia, com entrevistas como esta que aparece no vídeo abaixo, que qualifica de extremistas as ONGs que sustentam que a água deveria ser um direito fundamental.
Em sua opinião, a água deveria ser tratada como qualquer outro bem alimentício e ter um valor de mercado, estabelecido pela lei de oferta e procura. Só desta maneira, aponta, empreenderíamos ações para limitar o consumo excessivo que se dá nesses momentos.
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