
A FENAJ e a Federação dos Jornalistas da América Latina e do Caribe (FEPALC) realizarão, em janeiro de 2013, em Porto Alegre, o Seminário Internacional Direitos Humanos e Jornalismo, com apoio da Federação Internacional dos Jornalistas (FIJ) e do Sindicato dos Jornalistas do Rio Grande do Sul. No evento será instalada a Comissão da Verdade, Memória e Justiça dos Jornalistas Brasileiros.
Aprovada no 35º Congresso Nacional dos Jornalistas, a Comissão Nacional da Verdade da categoria será composta pelos jornalistas Audálio Dantas (SP), Nilmário Miranda (MG), Rose Nogueira (SP), Carlos Alberto Caó (RJ) e Sérgio Murillo de Andrade (SC), que vai coordenar os trabalhos. Sua instalação oficial se dará durante a realização do Seminário Internacional Direitos Humanos e Jornalismo, programado para os dias 18 e 19 de janeiro de 2013, no Centro Cultural Érico Veríssimo (Rua dos Andradas,1223), no Centro Histórico de Porto Alegre.
Alguns Sindicatos de Jornalistas já criaram e instalaram suas comissões. A direção da FENAJ e sua Comissão da Verdade estão estimulando que todos os Sindicatos da categoria constituam suas comissões locais para construção do mais amplo levantamento documental e iconográfico possível, recuperando a história dos jornalistas vítimas da ditadura militar. “O propósito é registrar não apenas os casos de jornalistas mortos e desaparecidos, mas também de todos os que foram comprovadamente perseguidos, ameaçados, cassados, indiciados em processos, condenados, exilados, presos e torturados”, explica o diretor de Relações Institucionais da entidade, Sérgio Murillo de Andrade.
O levantamento nacional terá como base os documentos oficiais produzidos no período da ditadura militar pelos órgãos de informação e que estão sob a guarda do Arquivo Nacional. “Também pretendemos realizar pesquisas junto à Comissão de Anistia do Ministério da Justiça, entrevistar e colher depoimentos de vítimas ou testemunhas e pesquisar publicações da época”, complementa Sérgio Murillo.
A expectativa é de que o levantamento nos estados ocorra até o dia 31 de março de 2013, para posterior sistematização e coleta de dados complementares. A ideia é produzir uma publicação especial e encaminhar o resultado do trabalho à Comissão Nacional da Verdade do governo federal até agosto próximo.


No dia 31 de novembro, foi diagnosticada a morte cerebral do companheiro Dário Dionísio, decorrente de insuficiências renais e de um AVC, sofrido em Caruaru, onde morava. Dário era coordenador do Movimento Luta de Classes (MLC) na região do Agreste pernambucano e militante do Partido Comunista Revolucionário (PCR).
Acontecerá em Havana no Palácio das Convenções, a III Conferência “pelo Equilíbrio do Mundo” nos dias 28, 29 e 30 de janeiro de 2013, sob o lema martiano” PÁTRIA É HUMANIDADE.
Uma em cada cinco brasileiras (19,7%) que fazem parte da população economicamente ativa é trabalhadora doméstica. Os dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), de 2009, mostram o peso da categoria, que soma 7,2 milhões de trabalhadores, mas segue marginalizada e sem a garantia de alguns direitos trabalhistas.
Com o objetivo de se manter no poder mesmo contra a vontade do povo e estabelecer uma nova ditadura no Egito, o presidente Mohamed Muorsi anunciou no último dia 22 de novembro que as declarações constitucionais, decisões e leis elaboradas por ele até o fim da elaboração da nova Constituição são definitivas e não podem ser anuladas nem mesmo pela Suprema Corte. Com essas medidas, o presidente tirou o poder da Justiça de dissolver o Parlamento, demitiu o procurador-geral, decretou sua autoimunidade judicial e determinou a retomada dos processos contra os membros da deposta ditadura de Hosni Mubarak. O presidente também passou a acumular o Legislativo, já que o Parlamento foi dissolvido em junho.
Pela 21ª vez, a Assembleia Geral da ONU condenou o bloqueio econômico imposto pelos Estados Unidos a Cuba. A condenação foi aprovada de maneira esmagadora por 188 países, tendo apenas três votos contrários, dos Estados Unidos, Israel e Palau. Além deles, Micronésia e Ilhas Marshall se abstiveram.
No dia 14 de novembro, o Velho Continente parou. Convocada pelas principais entidades sindicais e partidos políticos de esquerda, a greve geral paralisou as atividades laborais em vários setores da indústria, nos serviços e nos mercados de alimentos, em países como Espanha, Portugal, Grécia, Itália, Chipre e Malta. Em outros países da região, como França, Bélgica e Alemanha, houve manifestações de apoio e solidariedade, com paralisações pontuais. Os protestos que tomaram as ruas das principais cidades europeias tiveram como mote a luta contra a política do capitalismo mundial de jogar nas costas da classe trabalhadora o ônus da crise econômica do capital, que, desde 2008, leva ao sofrimento milhões de trabalhadores em todo o mundo. A luta contra a retirada de direitos, aumento de impostos, corte de gastos e de investimentos nos serviços públicos, unificou o movimento da classeem toda Zonado Euro, e atingiu 23 países.
